- O advogado Bruno Corrêa Lemos defende Paola Stefany Neto Cirino, diarista suspeita de matar o advogado Claudio Atala Inácio, de 75 anos, e a esposa Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, afirmando que ela tem transtornos mentais e fazia acompanhamento psiquiátrico.
- A defesa diz que Paola busca tratamento médico há tempos e que existem documentos que comprovam a condição de saúde mental; pode pedir exame de insanidade mental à Justiça.
- Paola foi presa na madrugada desta quinta-feira em um hotel em Itabira, Minas Gerais, acompanhada do filho de seis anos; ela confessou o duplo homicídio durante o interrogatório.
- Os corpos foram encontrados na terça-feira no apartamento do casal, com ferimentos por facadas, principalmente no tórax; último contato da família foi no dia anterior.
- Segundo a Polícia Civil, após o crime Paola tomou banho, lavou a faca e deixou o imóvel vestindo roupas de Maria Clotilde.
O caso envolve Paola Stefany Neto Cirino, diarista presa por suspeita de matar o advogado Claudio Atala Inácio, de 75 anos, e a esposa dele, Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76. A prisão ocorreu na madrugada desta quinta-feira 2 de julho, em um hotel de Itabira (MG), onde a suspeita estava com o filho de 6 anos. Durante o interrogatório, Paola declarou ser autora duplo homicídio.
Os corpos das vítimas foram encontrados na manhã de terça-feira 30 de junho dentro do apartamento do casal. Eles apresentavam ferimentos por facadas, principalmente na região do tórax. O último contato da família com as vítimas ocorreu na segunda-feira 29 de junho, e um filho as localizou ao estranhar a ausência do pai no escritório de advocacia.
Defesa aponta histórico de saúde mental
O advogado Bruno Corrêa Lemos, responsável pela defesa de Paola, informou que a diarista tem histórico de transtornos mentais e recebia tratamento psiquiátrico. Ele afirmou que a defesa pretende reunir documentos médicos para avaliar a possível instauração de um exame de insanidade mental durante o processo.
O causador do crime, segundo o relato do defensor, possui um diagnóstico relacionado à saúde mental e já havia sido mencionado pela Polícia Civil e por familiares. O advogado ressaltou o direito à defesa e afirmou que a documentação médica está em processo de obtenção.
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