- Andrés Hurtado, 57 anos, de Murcia, encontrou uma pintura encostada numa porta de garagem durante passeio no centro de Sevilha.
- A obra, de alto valor sentimental para uma família local, havia sido deixada para trás acidentalmente durante as férias e havia sido denunciada como desaparecida no sábado, 27 de junho.
- Os donos publicaram sinais descrevendo a pintura como “de grande valor sentimental” e ofereceram recompensa pela localização.
- De volta a Murcia, Hurtado usou inteligência artificial para investigar e percebeu que a obra era possivelmente de Joaquín Sorolla, pintor espanhol do século XIX.
- Ele providenciou a devolução à polícia para entregar a pintura aos proprietários, que receberam uma pequena recompensa pelo recolhimento.
Andrés Hurtado, 57, morador de Murcia, estava em Sevilha com a família quando viu uma obra encostada perto de uma porta de garagem durante um passeio pelo centro da cidade. Ele pegou a pintura, atraído pela moldura dourada ampla.
Desconhecido pela família, o quadro pertencente a uma residência local havia sido reportado como desaparecido no sábado, 27 de junho. Os donos costumam levar arte valorizada em viagens, mas deixaram o objeto para trás por engano.
Os proprietários anunciaram o furto por meio de cartazes impressos, descrevendo a peça como “uma pintura de grande valor sentimental” e pedindo às pessoas que contatassem a polícia com informações. Também ofereciam uma recompensa.
De volta a Murcia, Hurtado usou pesquisas com inteligência artificial para identificar a obra, chegando à conclusão de que se tratava possivelmente de uma pintura de Joaquín Sorolla, importante pintor impressionista espanhol do século XIX.
Ao perceber que a obra não havia sido abandonada, Hurtado acionou a polícia para devolver o quadro aos donos. Em agradecimento, eles preveem conceder uma “pequena recompensa” ao homem que o devolveu, ainda não equivalente ao valor da obra.
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