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ONU denuncia Israel por “uso ilegal da força” em operações na Cisjordânia

- O porta-voz da ONU criticou Israel por 12 mortes em Jenin, Cisjordânia. - Trump suspendeu decreto sobre cidadania, considerado inconstitucional por juiz. - Rússia pede diálogo sobre desarmamento nuclear após posse de Trump. - Noruega pode ser o primeiro país a abolir o VAR no futebol, após pressão. - 30% das empresas americanas na China planejam sair, citando tensões geopolíticas.

O porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, Thameen Al Kheetan, criticou Israel por utilizar “métodos de guerra” e “o recurso ilegal da força” em Jenin, na Cisjordânia. Al Kheetan expressou preocupação com o uso desproporcional da força, após a morte de doze palestinos e ferimentos em quarenta outros durante os ataques […]

O porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, Thameen Al Kheetan, criticou Israel por utilizar “métodos de guerra” e “o recurso ilegal da força” em Jenin, na Cisjordânia. Al Kheetan expressou preocupação com o uso desproporcional da força, após a morte de doze palestinos e ferimentos em quarenta outros durante os ataques que começaram na terça-feira, logo após o cessar-fogo na Faixa de Gaza. Ele também mencionou a expansão dos assentamentos israelenses como uma violação da lei internacional.

Em outro contexto, a Rússia pediu aos Estados Unidos a retomada das negociações sobre desarmamento nuclear, destacando que a responsabilidade está com Washington, que suspendeu as negociações em 2019. O porta-voz de Putin, Dmitri Peskov, afirmou que a Rússia propôs uma moratória sobre mísseis, condicionada à não expansão das implantações americanas fora do território dos EUA. O tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF) foi um marco da Guerra Fria, e sua suspensão gerou tensões entre os dois países.

Nos Estados Unidos, o juiz John Coughenour suspendeu um decreto de Donald Trump que restringia a cidadania de bebês nascidos no país de pais sem visto. Coughenour considerou a medida “flagrantemente inconstitucional” e destacou a probabilidade de sucesso dos estados que contestam a validade do decreto. A decisão é válida por quatorze dias enquanto a corte analisa a moção dos estados envolvidos na ação.

No cenário cultural, Fernanda Torres foi indicada ao Oscar de melhor atriz, enquanto o filme ‘Ainda Estou Aqui’ concorre em duas categorias. O filme francês ‘Emilia Pérez’ lidera com treze indicações. A cerimônia de premiação ocorrerá em 3 de março, às 21h (horário de Brasília). Além disso, uma pesquisa revelou que 30% das empresas americanas na China planejam deixar o país, citando tensões geopolíticas como principal motivo. O presidente Trump, por sua vez, moderou seu discurso sobre tarifas de importação, afirmando que “as guerras comerciais não têm vencedores.”

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