Os Estados Unidos e a Colômbia firmaram um acordo sobre a deportação de cidadãos colombianos sem visto nos EUA. O presidente colombiano, Gustavo Petro, havia inicialmente proibido a entrada de aviões militares dos EUA com deportados, mas recuou após Donald Trump ameaçar tarifas de importação de até 50%. O acordo foi anunciado pela Casa Branca, […]
Os Estados Unidos e a Colômbia firmaram um acordo sobre a deportação de cidadãos colombianos sem visto nos EUA. O presidente colombiano, Gustavo Petro, havia inicialmente proibido a entrada de aviões militares dos EUA com deportados, mas recuou após Donald Trump ameaçar tarifas de importação de até 50%. O acordo foi anunciado pela Casa Branca, que o apresentou como uma vitória para os EUA, destacando que “a América é novamente respeitada”.
O impasse entre Petro e Trump incluiu trocas de mensagens agressivas nas redes sociais. O presidente colombiano defendeu que “um imigrante não é um criminoso” e deve ser tratado com dignidade. Enquanto isso, a Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos discutirá as deportações iniciadas pelo governo Trump em uma assembleia extraordinária. O Itamaraty criticou o tratamento degradante de brasileiros deportados em um voo militar americano.
Em outro contexto, mais de 200 mil palestinos começaram a retornar a pé para suas casas na Faixa de Gaza, devastadas por ataques israelenses. Imagens mostram uma grande massa se deslocando pela praia, após Israel abrir pontos de passagem. O primeiro-ministro Netanyahu anunciou que o Hamas libertará mais seis reféns em troca dessa abertura. Autoridades locais afirmam que 65% das construções no norte da Faixa foram destruídas.
Na Coreia do Sul, promotores denunciaram formalmente o presidente afastado Yoon Suk Yeol por insurreição, que pode resultar em prisão perpétua ou pena de morte. A denúncia se baseia na tentativa de Yoon de impor lei marcial e invadir a Assembleia. Ele está preso desde o dia 15 e sua destituição está sendo analisada pela Suprema Corte. Em Belarus, Alexander Lukashenko foi reeleito para um sétimo mandato, obtendo cerca de 88% dos votos, em uma eleição considerada uma farsa pela União Europeia.
Entre na conversa da comunidade