Na quinta-feira, militares e policiais colombianos eliminaram seis dissidentes da extinta guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em Jamundí, no departamento de Valle del Cauca. O ministro da Defesa, Iván Velásquez, informou que os agentes também capturaram um integrante do grupo dissidente conhecido como Jaime Martínez. Este grupo opera sob as ordens de […]
Na quinta-feira, militares e policiais colombianos eliminaram seis dissidentes da extinta guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em Jamundí, no departamento de Valle del Cauca. O ministro da Defesa, Iván Velásquez, informou que os agentes também capturaram um integrante do grupo dissidente conhecido como Jaime Martínez. Este grupo opera sob as ordens de Iván Mordisco, que não assinou o acordo de paz de 2016 e se envolveu em atividades ilícitas, como narcotráfico e extorsão.
Desde a ascensão do presidente Gustavo Petro em 2022, Mordisco havia iniciado negociações de paz, mas abandonou as tratativas, levando Petro a ordenar uma ofensiva militar contra seus membros. A operação ocorre em um contexto de crescimento da violência no país, exacerbada por um ataque do grupo guerrilheiro ELN, que resultou em dezenas de mortes na fronteira com a Venezuela em janeiro.
Esse ataque do ELN gerou uma crise humanitária significativa, com mais de 50 mil deslocados. As autoridades colombianas estão enfrentando um desafio crescente para restaurar a segurança e lidar com as consequências da violência, que não era vista em tal escala há mais de uma década. A situação continua a exigir atenção urgente das forças de segurança e do governo.
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