O Exército de Israel informou que matou um dirigente do Hezbollah em um ataque aéreo com drones na cidade de Aitaroun, no sul do Líbano. O ataque, que aconteceu hoje, deixou uma pessoa morta e três feridas, incluindo uma criança. Embora Israel não tenha revelado o nome do dirigente, a imprensa libanesa acredita que seja Ali Najib Baydoun. O Ministério da Saúde do Líbano confirmou as mortes e ferimentos, ressaltando que Aitaroun fica a menos de três quilômetros da fronteira com Israel. Desde o cessar-fogo em novembro de 2022, Israel realizou ataques que resultaram na morte de setenta e um civis, incluindo quatorze mulheres e nove crianças, segundo a ONU. A organização pediu uma investigação sobre as mortes civis e alertou sobre os riscos de uma nova escalada de violência na região. O porta-voz da ONU pediu que a violência cesse imediatamente e que o cessar-fogo seja mantido para garantir a estabilidade. Israel justifica seus ataques afirmando que o Hezbollah tem uma estrutura militar no sul do Líbano e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu autorizou ações contra “alvos terroristas” do grupo, especialmente após o apoio do Hezbollah ao Hamas durante a guerra em Gaza.
O Exército de Israel anunciou a morte de um dirigente do Hezbollah em um ataque aéreo com drones em Aitaroun, no sul do Líbano. O ataque, que ocorreu hoje, resultou em uma morte e três feridos, incluindo uma criança. Israel não revelou o nome do dirigente, mas a imprensa libanesa aponta que seria Ali Najib Baydoun.
O Ministério da Saúde do Líbano confirmou a morte e os feridos, destacando que a cidade de Aitaroun está a menos de três quilômetros da fronteira com Israel. Desde o cessar-fogo em novembro de 2022, Israel realizou ataques que resultaram na morte de setenta e um civis, incluindo quatorze mulheres e nove crianças, segundo o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.
A ONU pediu uma investigação sobre as mortes civis e alertou para os riscos de escalada na região. O porta-voz da ONU, Thameen Al Kheetan, afirmou que “a violência deve parar imediatamente” e que o cessar-fogo deve ser mantido para garantir a estabilidade no Líbano e em Israel.
Israel justifica seus ataques alegando que o Hezbollah mantém uma estrutura militar no sul do Líbano. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, autorizou ações contra “alvos terroristas” do Hezbollah, que se intensificaram após o apoio do grupo ao Hamas durante a guerra em Gaza.
Entre na conversa da comunidade