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Mais de 120 mil pessoas se despedem do papa Francisco em cerimônia no Vaticano

Mais de 120 mil pessoas já se despediram do papa Francisco na Praça de São Pedro, com a missa de Exéquias marcada para amanhã. Enquanto isso, a situação na Ucrânia se agrava com a morte de um general russo em um atentado e críticas de Donald Trump a Zelensky. A Apple também anuncia a transferência da produção de iPhones da China para a Índia.

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Mais de 120 mil pessoas já se despediram do papa Francisco na Praça de São Pedro, e o Vaticano espera que esse número chegue a 150 mil até o final da exposição do corpo, que termina às 13h. Depois disso, o caixão será selado para a missa de Exéquias marcada para amanhã às 5h, presidida pelo decano do Colégio Cardinalício, Giovanni Battista Re. A cerimônia contará com a presença de cerca de 130 delegações internacionais, incluindo mais de 50 chefes de Estado e 10 monarcas, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente argentino Javier Milei. Em meio a isso, a situação na Ucrânia continua tensa, com a morte do general russo Yaroslav Moskalik em um atentado em Moscou. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse que o país está disposto a um acordo para acabar com a guerra, e Donald Trump criticou o presidente ucraniano Zelensky, chamando-o de ineficaz nas negociações. Após suas declarações, a Rússia bombardeou Kiev, matando pelo menos 12 pessoas. Em outro assunto, a Apple anunciou que vai transferir a produção de iPhones da China para a Índia até o final do próximo ano, como resposta a tarifas altas sobre produtos chineses. A empresa pretende produzir 60 milhões de iPhones anualmente nos Estados Unidos, mas ainda precisará importar componentes da China. Desde o início da guerra comercial, a Apple perdeu cerca de 700 bilhões de dólares em valor de mercado.

Mais de 120 mil pessoas já se despediram do papa Francisco na Praça de São Pedro, e o Vaticano estima que esse número deve ultrapassar 150 mil até o encerramento da exposição do corpo, previsto para as 13h (horário de Brasília). Após esse horário, o caixão será selado para a missa de Exéquias, marcada para amanhã às 5h, conduzida pelo decano do Colégio Cardinalício, Giovanni Battista Re. A cerimônia contará com a presença de cerca de 130 delegações internacionais, incluindo mais de 50 chefes de Estado e 10 monarcas. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e a primeira-dama Janja já estão em Roma, assim como o presidente argentino, Javier Milei. Donald Trump e o ex-presidente americano Joe Biden também confirmaram presença.

Tensão na Ucrânia

Em meio a esse cenário, a situação na Ucrânia permanece tensa. O general russo Yaroslav Moskalik foi morto em um atentado em Moscou, onde um carro-bomba explodiu. Moskalik era o vice-chefe do principal departamento operacional do Estado-Maior Geral da Rússia. A porta-voz do Comitê de Investigação da Rússia, Svetlana Petrenko, informou que o ataque foi realizado com um artefato explosivo improvisado. Este é o segundo assassinato de uma autoridade militar russa em quatro meses.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou que o país está “pronto” para um acordo que ponha fim à guerra na Ucrânia. Lavrov comentou sobre a disposição de Donald Trump para um acordo, mas ressaltou que ainda há elementos a serem ajustados. O enviado americano Steve Wittkoff se reunirá com Vladimir Putin em Moscou para mais uma rodada de negociações.

Críticas e Bombardeios

Donald Trump criticou o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, chamando-o de homem “sem cartas na manga” e atribuindo a ele o fracasso nas negociações de cessar-fogo. Após suas declarações, a Rússia realizou um bombardeio em Kiev, resultando na morte de pelo menos 12 pessoas e ferindo dezenas. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, condenou os ataques, ressaltando o custo humano da agressão russa.

Mudanças na Indústria

Em outro âmbito, a Apple anunciou planos para transferir a produção de iPhones da China para a Índia até o final do próximo ano. A decisão é uma resposta às tarifas elevadas sobre produtos chineses impostas por Trump. A empresa pretende produzir 60 milhões de iPhones anualmente nos Estados Unidos, embora ainda dependa da importação de componentes da China. Desde o início da guerra comercial, a Apple perdeu cerca de US$ 700 bilhões em valor de mercado.

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