A Anistia Internacional acusou Israel de genocídio em Gaza, afirmando que a situação se agravou desde o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, resultando em massacres e no deslocamento forçado de 1,9 milhão de palestinos. A secretária-geral da Anistia, Agnès Callamard, criticou a falta de ação da comunidade internacional, que, segundo ela, permite que Israel mate civis e destrua infraestrutura essencial, como hospitais e escolas. Um bombardeio israelense atingiu tendas de deslocados, causando quatro mortes e feridos, enquanto a escassez de combustível já havia interrompido alguns serviços de emergência. O relatório da Anistia destaca que Israel cometeu atos que violam a Convenção sobre Genocídio, incluindo assassinatos e deslocamentos forçados, e critica o apoio de potências como os Estados Unidos e países da Europa Ocidental aos atos israelenses. Desde o início do conflito, pelo menos 52.243 pessoas foram mortas em Gaza, a maioria civis, enquanto o ataque do Hamas resultou na morte de 1.218 israelenses, com 58 reféns ainda em cativeiro.
A Anistia Internacional acusou Israel de cometer um “genocídio ao vivo” contra palestinos na Faixa de Gaza, em um relatório divulgado nesta terça-feira. A organização destacou que, desde o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, a situação se deteriorou, resultando em massacres e deslocamentos forçados de 1,9 milhão de palestinos.
A secretária-geral da Anistia, Agnès Callamard, afirmou que o mundo assiste passivamente a uma catástrofe humanitária. Ela criticou a inação da comunidade internacional, que, segundo ela, permite que Israel mate milhares de civis e destrua infraestruturas essenciais, como hospitais e escolas.
A agência de Defesa Civil de Gaza informou que um bombardeio israelense atingiu tendas de deslocados, resultando em quatro mortes e feridos. A escassez de combustível já havia forçado a suspensão de parte dos serviços de emergência na região.
O relatório da Anistia menciona que Israel cometeu atos que violam a Convenção sobre Genocídio, incluindo assassinatos e deslocamentos forçados. A ONG também criticou o apoio de grandes potências, como os Estados Unidos e países da Europa Ocidental, aos atos israelenses, o que, segundo ela, compromete o direito internacional.
Desde o início do conflito, pelo menos 52.243 pessoas foram mortas em Gaza, a maioria civis, conforme dados do Ministério da Saúde local. O ataque inicial do Hamas resultou na morte de 1.218 israelenses, com 58 reféns ainda em cativeiro.
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