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México e Estados Unidos intensificam combate ao contrabando de combustíveis na fronteira

Operações recentes entre México e EUA resultaram na apreensão de milhões de litros de combustível contrabandeado e novas sanções ao CJNG.

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O contrabando de combustíveis entre México e Estados Unidos, conhecido como huachicol, está gerando novas ações das autoridades. Recentemente, operações em Texas e no México resultaram na apreensão de milhões de litros de combustível contrabandeado. O Departamento do Tesouro dos EUA impôs sanções a redes ligadas ao Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG) e prendeu líderes criminosos. O huachicol envolve a extração ilegal de combustível da estatal Pemex, que é contrabandeado para os EUA, refinado e trazido de volta como produtos diferentes para evitar impostos. Nos últimos dias, o governo mexicano confiscou 18 milhões de litros de combustível em dois grandes operações, e investigações revelaram que algumas empresas envolvidas estavam falsificando registros de importação. Nos EUA, a empresa Arroyo Terminals foi alvo de uma operação por contrabando e lavagem de dinheiro. Além disso, César Morfín, um líder do CJNG, foi sancionado por reorientar suas atividades para o contrabando de petróleo. Essas ações refletem a gravidade do problema, que é uma das principais fontes de lucro para o crime organizado, logo atrás do narcotráfico.

Recentes operações em Texas e México resultaram na apreensão de milhões de litros de combustível contrabandeado, conhecido como huachicol. O contrabando de combustíveis entre os dois países tem gerado preocupações fiscais e está ligado a organizações criminosas, como o Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG).

Nos últimos dias, agências de segurança dos Estados Unidos e do México realizaram operações em Tamaulipas e Baja California, confiscando dezenas de caminhões e outros ativos relacionados ao contrabando. O Departamento do Tesouro dos EUA anunciou novas sanções contra redes associadas ao CJNG, incluindo a prisão de líderes criminosos.

Apreensões e Investigações

Durante operações em março, a Secretaria de Segurança e Proteção Cidadã do México confiscou 18 milhões de litros de combustível em dois eventos distintos. O primeiro ocorreu em Ensenada, onde oito milhões de litros foram apreendidos, e o segundo em Tampico, com a interceptação de dez milhões de litros. As investigações revelaram que os importadores falsificaram registros para evitar impostos.

Nos Estados Unidos, a empresa Arroyo Terminals, com sede no Texas, foi alvo de um grande operativo por contrabando e lavagem de dinheiro. A justiça americana alega que a empresa importou combustível ilegalmente, refinou e vendeu, gerando milhões de dólares em lucros ilícitos.

Redes Criminosas

O Departamento do Tesouro dos EUA identificou César Morfín, conhecido como Primito, como um dos líderes de uma rede de huachicoleros. Ele é associado ao CJNG e tem um histórico de envolvimento em atividades criminosas, incluindo o tráfico de drogas. As autoridades afirmam que Primito tem se concentrado no contrabando de petróleo, obtendo-o de diversas fontes.

As operações de combate ao huachicol têm se intensificado, refletindo a gravidade do problema. O contrabando de combustíveis é considerado a segunda atividade mais lucrativa para o crime organizado, apenas atrás do narcotráfico. As ações coordenadas entre os dois países visam desmantelar essas redes e recuperar a arrecadação fiscal perdida devido ao contrabando.

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