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Vaticano se oferece como local para negociações de paz entre Rússia e Ucrânia

Vaticano se oferece como local para negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, após apelos do Papa Leo XIV por um diálogo construtivo.

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O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o Vaticano pode ser um local para negociações de paz entre Rússia e Ucrânia. Isso ocorre após o Papa Leo XIV reafirmar seu compromisso em buscar uma solução pacífica para o conflito, que começou em fevereiro de 2022. Rubio mencionou que discutiria com o Cardeal Matteo Zuppi, responsável pelo diálogo sobre a Ucrânia, como o Vaticano poderia ajudar nas conversas. Embora o Vaticano tenha uma tradição de neutralidade e tenha oferecido seus serviços para facilitar diálogos, ele ficou à margem durante a guerra. O Papa Francisco havia delegado a Zuppi a tarefa de buscar caminhos para a paz, mas as iniciativas se concentraram na devolução de crianças ucranianas levadas pela Rússia e em algumas trocas de prisioneiros. O Cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, reiterou a disposição do Vaticano para servir como um espaço para conversas diretas entre as partes, especialmente após o fracasso das negociações em Istambul. O Vaticano já teve sucesso em outras mediações, como nas negociações entre os EUA e Cuba em 2014.

O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o Vaticano pode ser um local para negociações de paz entre Rússia e Ucrânia. A declaração foi feita em Roma, onde Rubio se reuniu com o Cardeal Matteo Zuppi, responsável da Santa Sé para a Ucrânia. O Papa Leo XIV reafirmou seu compromisso em buscar uma solução pacífica para o conflito.

Rubio destacou que discutirá com o Vaticano maneiras de facilitar o diálogo, mencionando a necessidade de atualizações sobre as negociações. Ele afirmou que o Vaticano é um espaço onde ambas as partes se sentiriam confortáveis para se encontrar. “Agradecemos ao Vaticano por sua disposição em desempenhar um papel construtivo,” disse Rubio.

A Santa Sé, que tradicionalmente mantém uma postura de neutralidade, já havia oferecido seus serviços para mediar conversas, mas ficou à margem durante a guerra que começou em fevereiro de 2022. O Papa Francisco havia delegado a Zuppi a missão de buscar caminhos para a paz, mas as iniciativas se concentraram na devolução de crianças ucranianas levadas pela Rússia e em algumas trocas de prisioneiros.

Compromisso do Papa

O Papa Leo XIV, eleito em maio de 2023, reiterou seu apelo por uma “paz autêntica, justa e duradoura.” Em sua primeira bênção dominical, ele pediu que todas as partes envolvidas façam o possível para alcançar essa paz. O Papa, que já havia classificado a guerra como uma “invasão imperialista,” se comprometeu a fazer “todo o esforço” para promover o diálogo.

O Cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado do Vaticano, também reiterou a disposição da Santa Sé em servir como um local para conversas diretas. Ele lamentou a falha das negociações em Istambul e expressou esperança de que um novo processo de paz possa ser iniciado. “Estamos sempre prontos para ajudar a reunir os inimigos,” afirmou Parolin.

A Santa Sé já teve sucesso em iniciativas diplomáticas no passado, como a mediação entre os Estados Unidos e Cuba em 2014. O Vaticano também atuou em encontros significativos, como a reunião de líderes do Sudão do Sul em 2019, onde o Papa Francisco fez um apelo emocional pela paz.

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