- Israel interceptou um barco com doze ativistas, incluindo Thiago Ávila e Greta Thunberg, em águas internacionais no dia oito de agosto.
- O Ministério das Relações Exteriores de Israel confirmou que todos os passageiros estão seguros e ilesos.
- Os ativistas perderam contato durante a travessia e divulgaram vídeos pedindo apoio urgente de seus governos para evitar prisão e deportação.
- A esposa de Ávila, Lara, afirmou que os ativistas foram atacados por soldados israelenses e pediu intervenção do Itamaraty.
- A Freedom Flotilla Coalition relatou que o barco sofreu um ataque com químicos não identificados antes da interceptação e pediu sanções a Israel.
Israel interceptou um barco com 12 ativistas, incluindo o brasileiro Thiago Ávila e a sueca Greta Thunberg, na noite de domingo, 8, enquanto se dirigiam à Faixa de Gaza. A interceptação ocorreu em águas internacionais e foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores de Israel, que assegurou que todos os passageiros estavam seguros e ilesos.
Os ativistas perderam contato durante a travessia, e vídeos pré-gravados foram divulgados por familiares e apoiadores. Em um dos vídeos, Ávila pediu apoio urgente de seu governo, alertando sobre a possibilidade de prisão e deportação. Ele afirmou que, se estivesse sob custódia, esperava que o governo brasileiro atuasse para sua libertação e rompesse relações com Israel.
Apelo por Apoio
A esposa de Ávila, Lara, também divulgou um vídeo, informando que os ativistas estavam sendo atacados por soldados israelenses. Ela pediu que o Itamaraty e figuras públicas intercedessem para garantir o retorno seguro do ativista. Thunberg, em sua gravação, descreveu a situação como um sequestro em águas internacionais e solicitou ação imediata do governo sueco.
A Freedom Flotilla Coalition relatou que o barco foi alvo de um ataque com químicos não identificados antes da interceptação. A organização pediu à comunidade internacional que pressionasse os governos a agir, impondo sanções a Israel e garantindo segurança aos ativistas. A nota da coalizão destacou que o que ocorreu com os voluntários é um reflexo do que os palestinos em Gaza enfrentam diariamente.
O Itamaraty e a Secretaria de Comunicação da Presidência foram contatados, mas não se pronunciaram até o fechamento desta matéria.
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