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Oito ativistas detidos em Israel após tentativa de levar ajuda a Gaza

Oito ativistas, entre eles Thiago Ávila, foram detidos por Israel ao tentarem levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza. A detenção ocorreu a cerca de 185 quilômetros da costa de Gaza, em meio a uma grave crise humanitária na região. Um tribunal israelense decidiu manter as ordens de detenção, e os ativistas estão em um centro de detenção próximo a Tel Aviv. A ONG Adalah, que representa a maioria dos detidos, informou que o pedido de libertação foi negado, mas destacou que a deportação pode ocorrer em breve, já que a legislação israelense permite a expulsão de pessoas que entraram ilegalmente no país após 72 horas. Entre os ativistas, quatro já retornaram a seus países, incluindo a sueca Greta Thunberg e dois cidadãos franceses. Os oito ainda detidos, incluindo Ávila e a eurodeputada Rima Hassan, se recusaram a assinar documentos que autorizariam sua expulsão, argumentando que não entraram ilegalmente em Israel, mas foram detidos em águas internacionais. A Adalah contestou a aplicação da lei que justifica a detenção, afirmando que os ativistas não deveriam ser considerados como tendo entrado ilegalmente no país. O barco "Madleen" partiu da Itália em 1º de junho com a intenção de entregar ajuda humanitária a Gaza, que enfrenta uma situação crítica após mais de um ano e meio de conflito entre Israel e o Hamas. **Linha fina:** Ativistas detidos por Israel ao tentarem levar ajuda a Gaza enfrentam deportação, enquanto quatro já retornaram a seus países.

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Oito ativistas pró-palestinos, incluindo o brasileiro Thiago Ávila, foram detidos por Israel após o barco “Madleen” ser interceptado enquanto tentava levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza. A detenção aconteceu a cerca de 185 km da costa de Gaza em meio a uma crise humanitária. Um tribunal israelense decidiu manter os ativistas em um centro de detenção perto de Tel Aviv, e a ONG Adalah, que os representa, informou que o pedido de libertação foi negado. No entanto, os ativistas podem ser deportados em breve, já que a lei israelense permite a deportação de quem entra ilegalmente no país após 72 horas. Quatro ativistas, incluindo a sueca Greta Thunberg, já retornaram para seus países. Os oito detidos, incluindo Ávila e a eurodeputada Rima Hassan, se recusaram a assinar documentos para a expulsão, afirmando que não entraram ilegalmente, mas foram detidos em águas internacionais. A Adalah contestou a legalidade da detenção, argumentando que os ativistas não deveriam ser considerados como tendo entrado ilegalmente em Israel. O barco “Madleen” partiu da Itália em 1º de junho com a intenção de entregar ajuda a Gaza, que enfrenta uma situação crítica devido ao conflito com o Hamas.

Oito ativistas pró-palestinos, incluindo o brasileiro Thiago Ávila, foram detidos por Israel após a interceptação do barco “Madleen”, que tentava levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza. A detenção ocorreu na manhã de segunda-feira, 8 de julho, a cerca de 185 km da costa de Gaza, em meio a uma grave crise humanitária na região.

Um tribunal israelense decidiu manter as ordens de detenção dos ativistas, que estão em um centro de detenção próximo a Tel Aviv. A ONG Adalah, que representa a maioria dos detidos, informou que o pedido de libertação foi negado. Contudo, a organização destacou que os ativistas podem ser deportados em breve, já que a legislação israelense permite a deportação de pessoas que entraram ilegalmente no país após um período de 72 horas.

Entre os ativistas, quatro já retornaram a seus países, incluindo a sueca Greta Thunberg e dois cidadãos franceses. Os oito ainda detidos, incluindo Ávila e a eurodeputada Rima Hassan, se recusaram a assinar documentos que autorizariam sua expulsão, alegando que não entraram ilegalmente em Israel, mas foram detidos em águas internacionais.

A Adalah contestou a aplicação da lei que justifica a detenção, afirmando que os ativistas não deveriam ser considerados como tendo entrado ilegalmente no país. O barco “Madleen” partiu da Itália em 1º de junho com a intenção de entregar ajuda humanitária a Gaza, que enfrenta uma situação crítica após mais de um ano e meio de conflito entre Israel e o Hamas.

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