Um policial foi morto em confrontos na Bolívia, onde manifestantes que apoiam o ex-presidente Evo Morales bloqueiam rodovias há 11 dias, pedindo a renúncia do presidente Luis Arce, que é visto como responsável pela crise econômica do país. O governo decidiu enviar forças militares para a cidade de Llallagua para tentar restaurar a ordem. Durante os protestos, o tenente Cristan Calle Alcón foi sequestrado e um explosivo foi detonado perto dele. Além disso, três policiais foram mortos a tiros. A situação se agravou em Llallagua, onde a polícia não conseguiu desbloquear a principal estrada. Atualmente, há 19 bloqueios em todo o país. A crise econômica, com falta de dólares e combustíveis, gerou descontentamento entre a população. Recentemente, o governo acusou Evo Morales de “terrorismo” e outros crimes, após uma gravação em que ele supostamente ordenava os bloqueios. As acusações incluem incitação a crimes e obstrução de processos eleitorais, com penas que podem chegar a 20 anos. Morales, por sua vez, disse que as acusações não vão acalmar as demandas do povo.
Um policial foi morto em confrontos na Bolívia, onde manifestantes apoiadores do ex-presidente Evo Morales bloqueiam rodovias há 11 dias. Os protestos exigem a renúncia do presidente Luis Arce, responsabilizado pela crise econômica que afeta o país. O governo anunciou a entrada das forças militares na cidade de Llallagua para restaurar a ordem.
O tenente Cristan Calle Alcón foi sequestrado por manifestantes que detonaram um artefato explosivo próximo ao seu corpo. Além disso, outros três policiais foram mortos a tiros durante os confrontos, conforme informou o ministro da Justiça, César Siles. A situação se intensificou em Llallagua, onde a polícia não conseguiu desbloquear a principal via da região.
As forças militares foram mobilizadas para garantir a tranquilidade, segundo o vice-ministro do Regime Interior, Jhonny Aguilera. Atualmente, há 19 pontos de bloqueio em todo o país, conforme dados da Administradora Boliviana de Rodovias. A crise econômica, marcada pela escassez de dólares e combustíveis, gerou um clima de insatisfação social crescente.
Na semana passada, o governo boliviano apresentou uma denúncia contra Evo Morales por “terrorismo” e outros crimes, após a divulgação de uma gravação em que ele supostamente ordenava o bloqueio de estradas. Os crimes incluem incitação à prática de crimes e obstrução de processos eleitorais, com penas que podem chegar a 20 anos. Morales, por sua vez, afirmou que a denúncia não acalmará as demandas populares.
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