A Comissão Europeia informou que o AliExpress precisa agir mais para proteger os consumidores de produtos ilegais. A investigação, que começou em março de 2024, revelou que a plataforma não avaliou bem os riscos de venda de itens ilegais. O relatório apontou que o AliExpress não aplica suas regras de penalidades de forma eficaz contra vendedores que oferecem produtos proibidos e identificou problemas sérios na moderação da plataforma. As investigações focam em produtos como medicamentos, itens falsificados e pornografia acessível a menores. A Comissão notou que as análises internas do AliExpress não consideraram adequadamente os riscos desses produtos. Agora, o AliExpress pode revisar as conclusões e responder por escrito. A Comissão também reconheceu que a plataforma já tomou algumas medidas, mas ainda precisa melhorar como lida com reclamações e a rastreabilidade dos vendedores.
A Comissão Europeia alertou nesta quarta-feira que o AliExpress precisa intensificar suas ações para proteger consumidores de produtos ilegais. A conclusão preliminar da investigação, iniciada em março de 2024, aponta que a plataforma não avaliou adequadamente os riscos associados à venda de itens ilegais.
O relatório da Comissão destaca que o AliExpress não aplica de forma eficaz suas políticas de penalidades contra comerciantes que repetidamente oferecem produtos ilegais. Além disso, foram identificadas falhas sistêmicas nos mecanismos de moderação da plataforma, tornando-a vulnerável a ações de vendedores mal-intencionados.
As investigações da UE se concentram em produtos como medicamentos, itens falsificados e pornografia acessível a menores. A Comissão observou que as avaliações internas do AliExpress subestimaram os riscos relacionados à comercialização desses produtos.
O AliExpress agora tem a oportunidade de revisar as conclusões da Comissão e apresentar uma resposta por escrito. Em comunicado, a Comissão reconheceu que a plataforma já tomou algumas medidas para abordar as preocupações, mas enfatizou que ainda é necessário melhorar o tratamento de queixas e a rastreabilidade dos comerciantes.
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