Um ataque aéreo de Israel matou um cientista nuclear iraniano e mais oito pessoas no norte do Irã, poucas horas antes do início de um cessar-fogo após 11 dias de conflito. O cientista, Mohammad Reza Seddiqi Saber, foi atingido em sua casa em Astaneh-ye Ashrafiyeh, e o ataque destruiu quatro apartamentos. Israel afirmou que a ação tinha como objetivo eliminar ameaças nucleares do Irã, enquanto o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, disse que o país respeitaria o cessar-fogo se Israel também o fizesse. O Irã relatou 610 mortos devido aos ataques, com um grupo de direitos humanos elevando o número para 974. Em resposta, o Irã lançou mísseis contra Israel, resultando em 28 mortes em solo israelense. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que os ataques causaram grandes baixas nas forças de segurança iranianas. A situação em Teerã é tensa, com o ministro da Saúde do Irã informando que os ataques recentes resultaram em 107 mortos e 1.300 feridos. Um ataque também atingiu a prisão de Evin em Teerã, ferindo prisioneiros e funcionários, e a ONU classificou essa ação como uma violação do direito humanitário. A população iraniana está cética sobre a durabilidade do cessar-fogo, acreditando que ambos os lados foram forçados a aceitar a trégua enquanto os civis continuam a sofrer.
Um ataque aéreo israelense resultou na morte de um cientista nuclear iraniano e mais oito pessoas em uma operação noturna no norte do Irã, horas antes da implementação de um cessar-fogo após 11 dias de conflito. O cientista, Mohammad Reza Seddiqi Saber, foi atingido em sua casa em Astaneh-ye Ashrafiyeh, na província de Gilan. O ataque destruiu quatro apartamentos em um prédio residencial.
O governo israelense afirmou que sua ação visava eliminar ameaças nucleares e militares do Irã, enquanto o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou que o país respeitaria o cessar-fogo, desde que Israel também o fizesse. O cessar-fogo foi proposto pelo ex-presidente dos EUA, Donald Trump, e entrou em vigor às 05h GMT de terça-feira.
O Irã relatou 610 mortos devido aos ataques israelenses, enquanto um grupo de direitos humanos elevou o número para 974. Em resposta, o Irã lançou mísseis contra Israel, resultando na morte de 28 pessoas em solo israelense. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que os ataques visaram “alvos do regime” e causaram grandes baixas entre as forças de segurança iranianas.
Consequências do Conflito
A situação em Teerã é tensa, com relatos de que os ataques israelenses foram alguns dos mais intensos desde o início do conflito. O ministro da Saúde do Irã, Mohammad Reza Zafarqandi, informou que, nas últimas 24 horas, os ataques resultaram em 107 mortos e 1.300 feridos. O vice-governador de Gilan, Ali Bagheri, descreveu o ataque como um ato terrorista.
Além disso, um ataque aéreo israelense atingiu a prisão de Evin em Teerã, causando feridos entre prisioneiros e funcionários. A ONU classificou o ataque como uma grave violação do direito humanitário internacional, uma vez que a prisão não era um alvo militar.
A situação continua a evoluir, com muitos iranianos expressando ceticismo sobre a durabilidade do cessar-fogo. A percepção é de que ambos os lados foram forçados a aceitar a trégua, enquanto a população civil sofre as consequências do conflito.
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