A ONG Aldeas Infantis SOS informou que uma menina de 1 ano e 8 meses morreu em Bocas del Toro, Panamá, supostamente devido ao uso de gás lacrimogêneo pela polícia durante os protestos contra a reforma da Previdência. As autoridades locais contestaram essa alegação, afirmando que não houve denúncias formais e acusando a ONG de agir sem evidências. O incidente teria ocorrido na cidade de Pueblo Nuevo, mas a data não foi especificada. A ONG criticou a atuação da polícia e anunciou que tomará medidas legais. Desde 28 de abril, a província tem enfrentado protestos intensos, com bloqueios em mais de 40 rodovias, resultando em um morto, mais de 300 detidos e feridos, incluindo 14 policiais. Em resposta à violência, o presidente José Raúl Mulino decretou estado de urgência, suspendendo algumas garantias constitucionais e cortando serviços de internet e telefonia móvel na região. A polícia tem usado gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes e reabrir as estradas.
A ONG Aldeas Infantis SOS denunciou a morte de uma menina de 1 ano e 8 meses em Bocas del Toro, Panamá, alegando que a criança foi vítima do uso de gás lacrimogêneo pela polícia durante os protestos contra a reforma da Previdência. As autoridades locais, no entanto, questionaram a veracidade da informação.
A nota da ONG, divulgada em sua conta no Instagram, não especificou a data do incidente, mas afirmou que ocorreu na cidade de Pueblo Nuevo. A organização criticou o “uso excessivo e irresponsável da força” pela polícia e anunciou que tomará medidas legais para que a morte não fique impune. O diretor da Polícia, Jaime Fernández, afirmou que não houve denúncias formais sobre o caso e acusou a ONG de relatar a situação de forma prematura e sem evidências.
Desde 28 de abril, a província de Bocas del Toro tem enfrentado intensos protestos, com manifestantes bloqueando mais de 40 pontos em rodovias. Os protestos se intensificaram na última quinta-feira, resultando em saques, incêndios de veículos e vandalismo em locais públicos. Até o momento, as manifestações resultaram em um morto, mais de 300 detidos e dezenas de feridos, incluindo 14 policiais.
Estado de Urgência
Em resposta à escalada da violência, o presidente José Raúl Mulino decretou estado de urgência na província, suspendendo garantias constitucionais, como as liberdades de circulação e reunião, até o próximo domingo. Além disso, o governo cortou os serviços de internet e telefonia móvel na região no último fim de semana, buscando controlar a situação. A polícia tem utilizado gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes e reabrir as estradas bloqueadas.
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