Na madrugada de domingo, bombardeiros B-2 da Força Aérea dos EUA atacaram a instalação nuclear de Fordow, no Irã, usando pela primeira vez em combate as bombas GBU-57, que são projetadas para destruir alvos fortificados. A missão durou 37 horas e começou na Base Aérea de Whiteman, no Missouri, onde os pilotos passaram por treinamentos intensivos, incluindo simulações de até 24 horas. Durante a operação, foram lançadas duas bombas de 13.600 kg cada, e não houve resistência ou detecção por parte das forças iranianas. Após o ataque, autoridades dos EUA avaliaram os danos e o impacto psicológico na liderança do Irã, com o vice-presidente JD Vance afirmando que a operação mostrou a capacidade dos EUA de atacar alvos nucleares sem serem percebidos. Os B-2, que custam cerca de 2,2 bilhões de dólares cada, são usados em missões complexas desde 1999. Os pilotos são preparados para longas missões, com suporte médico e fisiológico, e a cabine do B-2 é pequena, limitando o espaço para refeições e descanso. O Pentágono confirmou que não houve disparos contra os B-2 ou os caças F-35 que os acompanhavam, destacando a eficácia da missão.
Na madrugada de domingo, bombardeiros B-2 da Força Aérea dos EUA realizaram um ataque histórico à instalação nuclear de Fordow, no Irã. Esta operação marcou o primeiro uso em combate das bombas destruidoras de bunkers GBU-57, que foram lançadas com sucesso e sem resistência.
Os pilotos do B-2 passaram por intensos treinamentos, incluindo simulações de até 24 horas em um simulador de voo. A missão, que durou 37 horas, foi lançada da Base Aérea de Whiteman, no Missouri, e envolveu a liberação de duas bombas de 13.600 kg cada, projetadas para atingir alvos fortemente protegidos. O tenente-general aposentado Steven Basham destacou que a experiência de abrir o compartimento de armas foi nova para muitos dos pilotos.
Impacto do Ataque
Após o ataque, autoridades militares dos EUA iniciaram a avaliação dos danos em Fordow e o impacto psicológico na liderança iraniana. O vice-presidente JD Vance afirmou que a operação demonstrou a capacidade dos EUA de atacar alvos nucleares sem serem detectados, enfatizando que isso deve desencorajar o Irã de desenvolver sua capacidade nuclear.
Os B-2, que custam cerca de US$ 2,2 bilhões cada, têm um papel especializado em missões de combate, contrastando com outros bombardeiros como o B-1 e o B-52. Desde a guerra do Kosovo, em 1999, os B-2 têm sido utilizados em diversas operações, sempre com foco em missões de alta complexidade.
Preparação e Logística
Os pilotos de B-2 são treinados para longas missões, com suporte de médicos e fisiologistas que ajudam na adaptação do corpo a períodos prolongados na cabine. Durante a missão, os pilotos devem permanecer em seus assentos durante decolagens, pousos e sobrevoos em território inimigo. A cabine do B-2 é compacta, com espaço limitado para refeições e descanso.
As missões anteriores com o B-2 envolveram bombardeios de precisão, mas o ataque a Fordow marcou uma nova fase, com o uso de armamentos mais pesados. O Pentágono confirmou que não houve disparos contra os B-2 ou os caças F-35 que os acompanhavam, destacando a eficácia da operação.
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