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Brasil busca destaque na ONU e melhora a imagem do governo internacionalmente

Brasil defende priorização de recursos para os ODS em conferência da ONU e critica fluxo de capitais que prejudica países pobres.

Bárbarah Queiroz/Divulgação
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  • Durante a 4ª Conferência da ONU sobre Financiamento para o Desenvolvimento, em Sevilha, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo, criticou o fluxo de capitais que prejudica países em desenvolvimento.
  • Macêdo, representando o presidente Lula, destacou a necessidade de priorizar recursos para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em vez de armamentos.
  • Ele afirmou que o fluxo atual de capitais, que retira recursos de países pobres e os envia aos ricos, é inaceitável.
  • O evento contou com a participação de 15 mil pessoas de 150 países e permitiu ao Brasil reforçar seu papel no Sul Global.
  • Macêdo também participou de reuniões bilaterais, abordando temas como a COP 30 e equidade de gênero.

Durante a 4ª Conferência da ONU sobre Financiamento para o Desenvolvimento, realizada em Sevilha, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo, criticou o fluxo de capitais que prejudica países em desenvolvimento. Representando o presidente Lula, Macêdo destacou a necessidade de priorizar recursos para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em vez de armamentos.

O ministro afirmou que “o atual fluxo de capitais, que retira recursos de países pobres e os envia aos ricos, é inaceitável e insustentável.” Em sua fala, ele enfatizou o paradoxo entre os trilhões gastos em armamentos e a falta de recursos para combater a fome. Macêdo questionou: “Como financiar os ODS se o mundo prefere tanques a sementes?”

A participação do Brasil no evento, que contou com 15 mil participantes de 150 países, foi uma oportunidade para o governo brasileiro reforçar seu papel no Sul Global. A ausência de líderes do G7, exceto o presidente francês Emmanuel Macron e a presidente da Comissão Europeia, permitiu ao Brasil ocupar espaços diplomáticos e discutir temas como racismo, sexismo e justiça fiscal.

Diplomacia e Alinhamento

Além de suas declarações, Macêdo participou de reuniões bilaterais com a ministra alemã Reem Alabali-Radovan, abordando a COP 30, e com a diplomata saudita Deemah AlYahya, discutindo equidade de gênero e economia digital. O ministro ressaltou a importância de alinhar as políticas brasileiras com as expectativas globais, afirmando que “estamos alinhando o que fazemos no Brasil com o que o mundo espera.”

Nos bastidores, a delegação brasileira saiu fortalecida do encontro. O impacto dessa nova postura internacional ainda será avaliado em termos de capital político no cenário interno, especialmente em relação ao Congresso.

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