- Os conselheiros do Flamengo se reunirão em uma reunião extraordinária no dia 19 de agosto.
- O presidente Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap, propôs uma emenda para punir condutas discriminatórias.
- A emenda sugere mudanças no artigo 3º do estatuto do clube, que já proíbe discriminação por origem, raça, sexo, cor, idade, crença religiosa, convicção filosófica e condição social.
- A proposta não menciona a homofobia especificamente.
- Associados flagrados em atos discriminatórios poderão ser suspensos por até um ano ou excluídos, enquanto colaboradores poderão ser demitidos.
Os conselheiros do Flamengo foram convocados para uma reunião extraordinária no dia 19 de agosto, onde será discutida uma emenda proposta pelo presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap. A proposta visa punir condutas discriminatórias entre associados e colaboradores.
A emenda sugere alterações no artigo 3º do estatuto do clube, que atualmente já proíbe discriminação por origem, raça, sexo, cor, idade, crença religiosa, convicção filosófica e condição social. No entanto, a proposta não menciona especificamente a homofobia. O Flamengo reafirma seu compromisso no combate ao racismo e à discriminação racial, promovendo políticas de conscientização e inclusão.
Os associados que forem flagrados praticando discriminação nas dependências do clube poderão enfrentar sanções severas, como suspensão de até um ano ou até mesmo exclusão do quadro social. Colaboradores que cometerem infrações poderão ser demitidos. Essa iniciativa reforça a postura do Flamengo em criar um ambiente mais inclusivo e respeitoso para todos os seus membros.
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