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Bienal de Alexandria retorna após 12 anos e reafirma seu prestígio internacional

Bienal de Alexandria relança sua programação em 2026, promovendo a arte mediterrânea e buscando revitalizar a cena artística local

O bienal utilizará locais que refletem a história da cidade, incluindo este anfiteatro romano (Foto: Alexandria Biennale)
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  • A Bienal de Alexandria será relançada em setembro de 2026 após uma pausa de 12 anos.
  • O evento será curado por Moataz Nasr e terá o título “This Too Shall Pass”.
  • A bienal destacará artistas da região do Mediterrâneo e incluirá performances, música e palestras.
  • O novo formato será uma parceria público-privada, refletindo a situação econômica do Egito.
  • Além da exposição principal, haverá mostras menores em museus de Alexandria focadas em artistas egípcios emergentes.

Após uma pausa de 12 anos, a Bienal de Alexandria será relançada em setembro de 2026. Sob a curadoria do artista Moataz Nasr, o evento, intitulado “This Too Shall Pass”, destacará artistas principalmente da região do Mediterrâneo, incluindo performances, música e palestras.

A bienal, uma das mais antigas do mundo, foi criada em 1955 durante o governo de Gamal Abdel Nasser e focava em artistas dos países mediterrâneos. Nasr, que já representou o Egito na Bienal de Veneza em 2017, busca revitalizar a cena artística egípcia, que ele descreve como um “lago estagnado”. Ele afirma que é hora de “fazer ondas” e promover mudanças significativas.

Diferente de edições anteriores, que eram quase totalmente financiadas pelo estado, o novo formato será uma parceria público-privada. Essa mudança reflete a atual situação econômica do Egito e visa proporcionar maior independência ao evento. O comitê organizador inclui representantes do ministério da cultura e patrocinadores privados conhecidos no cenário artístico internacional.

Além da exposição principal com cerca de 50 artistas, haverá mostras menores em museus de Alexandria, focadas em artistas egípcios emergentes. O evento não se limitará ao público da arte, mas buscará envolver toda a comunidade local, utilizando locais históricos como o anfiteatro romano e a Biblioteca de Alexandria.

A bienal também pretende combater a fuga de cérebros que afetou Alexandria nos últimos 25 anos, atraindo jovens talentos de volta à cidade. Nasr, que se mudou para o Cairo, destaca a importância de Alexandria como um lugar especial e histórico, prometendo que o evento refletirá essa identidade única.

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