- Um terremoto de magnitude 7,5 foi registrado na Passagem de Drake, a aproximadamente 710 quilômetros de Ushuaia, Argentina.
- O evento ocorreu na noite de quinta-feira, 21, às 23h16 (horário local), a uma profundidade de 10,8 quilômetros, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
- Autoridades chilenas emitiram um alerta de tsunami para algumas áreas da Antártida, mas a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) cancelou o aviso rapidamente, afirmando que não havia risco.
- Não foram registrados danos ou vítimas nas regiões próximas ao epicentro, incluindo Chile e Argentina.
- A Passagem de Drake é uma área geológica ativa, mas menos suscetível a terremotos em comparação com outras partes da costa chilena.
Um terremoto de magnitude 7,5 foi registrado na Passagem de Drake, a aproximadamente 710 km de Ushuaia, na Argentina, na noite de quinta-feira, 21, às 23h16 (horário local). O evento sísmico ocorreu a uma profundidade de 10,8 km, conforme informações do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
Após o tremor, autoridades chilenas emitiram um alerta de tsunami para algumas áreas da Antártida. No entanto, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) rapidamente cancelou o aviso, afirmando que não havia risco de tsunami. Até o momento, não foram registrados danos ou vítimas nas regiões mais próximas ao epicentro, que incluem o Chile e a Argentina.
Contexto Geológico
A Passagem de Drake é uma área geológica ativa, embora menos suscetível a terremotos em comparação com outras partes da costa chilena. Essa região remota é crucial, pois conecta os oceanos Atlântico e Pacífico, desempenhando um papel importante na dinâmica oceânica global.
Embora o terremoto tenha sido significativo, a localização e a profundidade do evento contribuíram para a ausência de consequências graves. As autoridades locais monitoram a situação, mas não houve necessidade de evacuação nas áreas afetadas.
Este evento destaca a atividade sísmica na região, que, apesar de ser menos frequente, continua a ser uma preocupação para os cientistas e autoridades.
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