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Senadores do governo abandonam a CPI após oposição assumir o controle

O governo enfrenta crise na CPI do INSS após a oposição conquistar presidência e relatoria, gerando temores sobre vazamentos de dados

Senadores do Centrão ficaram incomodados após governo perder controle da presidência da CPMI do INSS. (Foto: Saulo Cruz/Agência Senado)
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  • A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passa por mudanças com a saída de três senadores da base governista.
  • A oposição assumiu a presidência e a relatoria da CPI, com a oficialização da saída de Otto Alencar (Partido Social Democrático da Bahia) e a confirmação de Augusta Brito (Partido dos Trabalhadores do Ceará) como substituta.
  • Renan Calheiros (Movimento Democrático Brasileiro de Alagoas) e Omar Aziz (Partido Social Democrático do Amazonas) também devem deixar a comissão.
  • A votação para a presidência da CPI foi apertada, com dezessete votos a quatorze. O novo presidente é Carlos Viana (Podemos de Minas Gerais) e o relator é Alfredo Gaspar (União Brasil de Alagoas).
  • A falta de articulação política do governo gera preocupações sobre possíveis vazamentos de informações durante os trabalhos da CPI.

BRASÍLIA – A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passa por mudanças significativas, com a saída de três senadores da base governista. A oposição conquistou a presidência e a relatoria do colegiado, levando à oficialização da saída de Otto Alencar (PSD-BA) e à confirmação de Augusta Brito (PT-CE) como substituta. Renan Calheiros (MDB-AL) e Omar Aziz (PSD-AM) também devem deixar a comissão.

A derrota do governo na votação pela presidência da CPI foi apertada, com 17 votos a 14. O comando agora está nas mãos do senador Carlos Viana (Podemos-MG) e a relatoria com o deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), ambos da oposição. A situação foi agravada pela falta de articulação política, evidenciada pelo atraso do líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), na reunião de abertura.

Nos bastidores, a saída dos senadores é vista como um reflexo de um cenário “totalmente imprevisível”. Os governistas expressam preocupação com as possíveis quebras de sigilo que podem ocorrer durante os trabalhos da CPI, temendo que informações reveladas possam gerar novos problemas para o governo. Apesar do escopo definido da CPI, os parlamentares acreditam que os vazamentos de dados são inevitáveis e podem complicar ainda mais a situação do governo.

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