- O Supremo Tribunal Federal (STF) aumentará a segurança para o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus, acusados de tentativa de golpe e conspiração.
- O julgamento ocorrerá de 2 a 12 de setembro.
- A Praça dos Três Poderes será fechada e haverá um aumento no efetivo policial, com apoio da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.
- As medidas incluem uso de cães farejadores, drones, barreiras de segurança e detectores de metais.
- A segurança será mantida em nível máximo durante o julgamento e nas semanas seguintes, devido à posse do novo presidente do STF, Edson Fachin, em 29 de setembro.
O Supremo Tribunal Federal (STF) intensificará a segurança para o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus, acusados de tentativa de golpe e conspiração. O processo terá início em 2 de setembro e se estenderá até 12 de setembro.
Durante esse período, a Praça dos Três Poderes será fechada e haverá um aumento significativo no efetivo policial, que contará com a colaboração da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. As medidas incluem o uso de cães farejadores, drones, barreiras de segurança e detectores de metais nas entradas do tribunal.
A segurança será reforçada com a presença de agentes de outros tribunais, como o STJ, TJDFT e TSE. Aproximadamente 30 agentes extras estarão de plantão durante a noite, realizando varreduras nas residências dos ministros. A expectativa é que o nível máximo de segurança se mantenha durante todo o julgamento e nas semanas seguintes, em razão da posse do novo presidente do STF, Edson Fachin, marcada para 29 de setembro.
Medidas de Segurança
As ações de segurança são motivadas pelo temor de possíveis manifestações durante o feriado de 7 de setembro, que ocorrerá enquanto o julgamento estiver em andamento. O STF já intensificou a articulação com a Secretaria de Segurança Pública do DF para monitorar riscos e adaptar estratégias conforme necessário. A data é considerada simbólica e carrega um histórico de episódios de tensão em Brasília, como os ocorridos em 2021 e 2022.
O julgamento de Bolsonaro e seus aliados é visto como um dos mais significativos da história recente do STF, comparável ao caso do Mensalão. Os réus, que incluem ex-ministros e militares, negam as acusações e alegam falta de provas. O colegiado do STF decidirá sobre a condenação ou absolvição dos acusados, em um processo que promete impactar o futuro político do Brasil.
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