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Ucrânia anuncia retaliação após ataques russos ao setor energético nacional

Ataques aéreos russos danificam infraestrutura em Odessa e Chernihiv, enquanto Zelensky planeja retaliações no território russo

Foto: Reprodução
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  • Ataques aéreos russos deixaram quase 60 mil ucranianos sem eletricidade.
  • Drones atingiram instalações de energia em Odessa e Chernihiv, causando danos significativos.
  • O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, prometeu retaliar com novos ataques na Rússia.
  • A empresa de energia DTEK informou que quatro instalações em Odessa foram atacadas, afetando 29 mil pessoas.
  • As forças de defesa aérea ucranianas conseguiram abater a maioria dos 142 drones lançados.

Ataques aéreos intensificados entre Rússia e Ucrânia deixaram quase 60 mil ucranianos sem eletricidade. Na madrugada de domingo, drones russos atingiram instalações de energia em Odessa e Chernihiv, resultando em cortes de energia significativos. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, prometeu retaliar com novos ataques ao território russo.

A empresa de energia DTEK informou que quatro instalações em Odessa foram atacadas, afetando 29 mil pessoas na região. O governador local, Oleh Kiper, destacou que a cidade de Chornomorsk foi a mais atingida, com danos a casas e prédios administrativos. A infraestrutura crítica está operando com geradores, e um ferido foi registrado.

Além de Odessa, a região de Chernihiv também sofreu com os ataques, deixando 30 mil residências sem eletricidade. O governador local, Viacheslav Chaus, confirmou que os drones russos danificaram a infraestrutura de energia, enquanto as forças de defesa aérea ucranianas conseguiram abater a maioria dos 142 drones lançados.

Retaliação e Táticas

Zelensky, após reunião com o general Oleksandr Syrsky, afirmou que novas operações estão planejadas para a defesa da Ucrânia. Ele declarou que as forças ucranianas estão preparadas para realizar ataques profundos no território russo. A intensificação dos combates ocorre em meio a alegações de que a Rússia não conseguiu capturar grandes cidades ucranianas, apesar das declarações do chefe do Estado-Maior russo, Valery Gerasimov.

O Kremlin, por sua vez, afirmou que as potências europeias estão dificultando os esforços de paz e que a operação militar na Ucrânia continuará até que haja sinais de que Kiev está disposta a negociar. A situação permanece tensa, com ambos os lados intensificando suas ofensivas em um conflito que já dura mais de um ano e meio.

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