- A Rússia anunciou que tomará medidas legais contra qualquer Estado da União Europeia que utilize seus ativos congelados para financiar a Ucrânia.
- O governo russo considera essa ação um roubo e busca reparação em tribunais.
- Desde a invasão da Ucrânia em 2022, sanções dos Estados Unidos e aliados bloquearam entre US$ 300 bilhões e US$ 350 bilhões em ativos russos.
- A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, propõe usar esses ativos para apoiar a defesa da Ucrânia.
- O ex-presidente russo, Dmitry Medvedev, afirmou que a Rússia irá combater essa apropriação de bens de todas as formas possíveis.
A Rússia alertou nesta segunda-feira que tomará medidas legais contra qualquer Estado da União Europeia que tente usar seus ativos congelados para financiar a Ucrânia. O governo russo considera essa ação um roubo e promete buscar reparação em tribunais nacionais e internacionais.
Desde a invasão da Ucrânia em 2022, os Estados Unidos e aliados impuseram sanções severas à Rússia, bloqueando entre US$ 300 bilhões e US$ 350 bilhões em ativos, incluindo títulos de governo. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, está buscando formas de utilizar esses ativos congelados para apoiar a defesa da Ucrânia.
Dmitry Medvedev, ex-presidente russo e atual vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, afirmou que a Rússia irá perseguir os Estados da UE que tentarem se apropriar de seus bens. Ele declarou que essa ação será combatida de “todas as formas possíveis” e que a Rússia não hesitará em agir fora dos tribunais.
A proposta da Comissão Europeia inclui o uso de depósitos em dinheiro da Rússia no Banco Central Europeu, provenientes de títulos vencidos, para financiar um “empréstimo de reparação” à Ucrânia. A Rússia, por sua vez, argumenta que qualquer apreensão de seus ativos comprometerá a confiança nas moedas e títulos ocidentais.
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