- O Ministério da Cultura da Grécia anunciou a recuperação de artefatos do HMHS Britannic, que afundou em 1916.
- Entre os itens recuperados estão uma lâmpada de sinalização, azulejos de cerâmica de um banho turco, um par de binóculos e o sino do posto de observação.
- A expedição foi coordenada pelo historiador britânico Simon Mills e supervisionada pelo ministério grego responsável pela arqueologia subaquática.
- As condições de recuperação foram desafiadoras, com correntes fortes e baixa visibilidade. Alguns objetos não puderam ser recuperados.
- Os artefatos serão conservados em laboratórios em Atenas e exibidos em um novo museu de antiguidades subaquáticas em construção no Pireu.
Nesta segunda-feira (15), o Ministério da Cultura da Grécia anunciou a recuperação de artefatos do HMHS Britannic, navio que afundou em 1916 após atingir uma mina durante a Primeira Guerra Mundial. Entre os itens recuperados estão uma lâmpada de sinalização, azulejos de cerâmica de um banho turco, um par de binóculos e o sino do posto de observação.
A expedição, realizada em maio, foi coordenada pelo historiador britânico Simon Mills, fundador da Britannic Foundation, e supervisionada pelo ministério grego, que é responsável pela arqueologia subaquática. As condições no local de recuperação foram desafiadoras, com correntes fortes, profundidade e baixa visibilidade dificultando o trabalho. Alguns objetos não puderam ser recuperados devido ao seu estado de preservação.
O HMHS Britannic, requisitado pelo almirantado britânico como hospital flutuante, afundou em menos de uma hora após colidir com uma mina alemã ao largo da ilha de Kea. Das 1.065 pessoas a bordo, 30 morreram quando as hélices prenderam dois botes salva-vidas. Os artefatos recuperados foram levados para laboratórios em Atenas para conservação e serão exibidos em um novo museu de antiguidades subaquáticas em construção no Pireu.
Cada objeto recuperado contribui para a reconstrução da vida a bordo e dos momentos que antecederam o naufrágio. O Britannic, construído no mesmo estaleiro do Titanic, continua a fascinar historiadores e o público, não apenas por sua conexão com a famosa tragédia marítima, mas também pelas histórias de heroísmo e perda que marcaram sua breve existência.
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