- A Marinha de Israel interceptou uma frota de ajuda humanitária com destino a Gaza, resultando na prisão de ativistas, incluindo Greta Thunberg.
- Um navio, o Mikeno, conseguiu escapar do bloqueio e foi relatado entrando em águas palestinas.
- Protestos espontâneos ocorreram em várias cidades ao redor do mundo, e governos expressaram preocupação com a situação.
- Desde 2009, Israel mantém um bloqueio naval sobre as águas de Gaza, intensificando o bloqueio terrestre de 2007, após o Hamas assumir o controle do território.
- A ONU condenou o bloqueio de Israel como uma violação direta do direito internacional humanitário e dos direitos humanos.
Israel intercepta frota de ajuda humanitária a Gaza, mas um navio escapa do bloqueio
A Marinha de Israel interceptou uma frota de ajuda humanitária com destino a Gaza, resultando na prisão de ativistas, incluindo Greta Thunberg. Um navio, o Mikeno, conseguiu escapar do bloqueio e foi relatado entrando em águas palestinas. Protestos espontâneos ocorreram em várias cidades ao redor do mundo, e governos expressaram preocupação com a situação.
Bloqueio naval de Israel é condenado pela ONU
Desde 2009, Israel mantém um bloqueio naval sobre as águas de Gaza, intensificando o bloqueio terrestre de 2007, após o Hamas assumir o controle do território. Este bloqueio tem sido condenado pela ONU como uma violação direta do direito internacional humanitário e dos direitos humanos.
Protestos e preocupações internacionais
Protestos espontâneos ocorreram em várias cidades ao redor do mundo, incluindo Bruxelas, Atenas, Buenos Aires e Berlim. O governo espanhol classificou o ataque à frota como “um crime contra o direito internacional” e exigiu a libertação imediata dos detidos. O governo britânico expressou “muita preocupação” com a interceptação da frota por Israel.
Ativistas e parlamentares detidos
Entre os detidos estão nove cidadãos irlandeses, incluindo o senador do Sinn Féin Chris Andrews, pelo menos dois parlamentares italianos, e a eurodeputada francesa Emma Fourreau. A frota, composta por mais de 40 embarcações civis, carregava cerca de 500 parlamentares, advogados e ativistas, incluindo a ativista climática sueca Greta Thunberg.
Apelo da ONU e reações globais
A ONU condenou o bloqueio de Israel como uma violação direta do direito internacional humanitário e dos direitos humanos. O Ministério das Relações Exteriores da Turquia descreveu o ataque israelense à frota como “um ato de terror” que colocou em perigo a vida de civis inocentes. O governo britânico pediu que a ajuda transportada pela frota fosse entregue com segurança a organizações humanitárias no local.
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