- O Comitê Norueguês do Nobel informou nesta quinta-feira, 10 de outubro de 2025, que Donald Trump não receberá o Prêmio Nobel da Paz; a honraria ficou com Maria Corina Machado.
- A decisão era esperada, seguindo as regras históricas do prêmio e análises de especialistas.
- Trump defendia a indicação e promovia um plano de paz entre Israel e Hamas; analistas dizem que anúncios de acordos recentes não mudaram o resultado.
- Juízes já teriam tomado a decisão semanas antes do anúncio, indicando que eventos recentes não influenciaram a escolha; a avaliação considerou o contexto político e diplomático do último ano.
- A possibilidade de Nobel para Trump no próximo ano permanece em aberto; a escolha deste ano evidencia a complexidade de avaliar candidatos e reflete política interna e percepção global.
O Comitê Norueguês do Nobel anunciou nesta quinta-feira, 10 de outubro de 2025, que Donald Trump não receberá o Prêmio Nobel da Paz. A honraria foi concedida à líder opositora venezuelana Maria Corina Machado. A decisão já era esperada, considerando as regras históricas que regem o prêmio.
Trump, que havia clamado publicamente por sua indicação e promovido um “plano de paz” entre Israel e Hamas, viu suas esperanças frustradas. O ex-presidente acreditava que os recentes anúncios sobre acordos de paz influenciariam a decisão dos jurados, mas isso não ocorreu. Analistas destacam que a escolha de Machado reflete uma avaliação mais ampla do contexto político e dos esforços diplomáticos do último ano.
Os juízes noruegueses já haviam tomado a decisão semanas antes do anúncio, o que indica que os eventos recentes não tiveram impacto no resultado. Apesar de Trump ter afirmado que havia encerrado “sete guerras” durante sua presidência, muitos especialistas consideram que seu papel em conflitos internacionais foi limitado. A crítica se intensifica ao lembrar que sua administração desdenhou de organizações multilaterais e da luta contra o aquecimento global.
A possibilidade de um Nobel no próximo ano para Trump ainda está em aberto, mas a escolha deste ano evidencia as complexidades envolvidas na avaliação dos candidatos. A decisão do comitê reflete não apenas a política interna de cada país, mas também como as ações dos líderes são percebidas globalmente.
Entre na conversa da comunidade