- Whitaker afirmou que não existem exceções ao compromisso da cúpula de La Haya de gastar cinco por cento do PIB com defesa; Espanha tem meta de 2,1 por cento (não vinculante) e pode seguir o percentual que considerar, desde que atinja metas de capacidades e haja reavaliação em 2029.
- A declaração foi feita em teleconferência, na véspera de reunião de ministros da Defesa da OTAN em Bruxelas.
- Trump ameaçou expulsar a Espanha da OTAN por não atender às expectativas de gasto, dizendo que a Espanha foi atrasada na implementação dos compromissos de defesa.
- A expulsão da OTAN é um processo complexo, pois o tratado não prevê exclusão forçada de um membro.
- A reunião da OTAN em Bruxelas, com a presença do secretário de Defesa dos Estados Unidos, Peter Hesgeth, deverá avaliar o progresso dos aliados desde a cúpula de La Haya; Whitaker destacou a expectativa de cumprimento das obrigações e metas de gastos.
A pressão dos Estados Unidos sobre a Espanha para aumentar seus gastos em defesa continua a crescer. O embaixador americano na OTAN, Matthew Whitaker, reiterou que não há exceções ao compromisso estabelecido na cúpula de La Haya, que estipulou um gasto de 5% do PIB. A Espanha, por sua vez, comprometeu-se a atingir apenas 2,1%, mas essa meta é considerada não vinculante.
Whitaker enfatizou que todos os aliados, incluindo a Espanha, devem cumprir o acordo de defesa sem exceções. A declaração foi feita em uma teleconferência, na véspera de uma reunião de ministros da Defesa da OTAN em Bruxelas. O embaixador destacou que a situação será reavaliada em 2029, quando se avaliará se a Espanha cumprirá os compromissos com o percentual que considera adequado.
Ameaças de Trump
As tensões aumentaram após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar expulsar a Espanha da OTAN por não atender às expectativas de gasto. Em um encontro recente, Trump expressou sua insatisfação com a flexibilidade espanhola e mencionou que a Espanha foi um “atrasado” na implementação dos compromissos de defesa. Apesar das ameaças, a expulsão da OTAN é um processo complexo, pois o tratado não prevê a exclusão forçada de um membro.
A reunião da OTAN em Bruxelas, que contará com a presença do secretário norte-americano de Defesa, Peter Hesgeth, tem como objetivo avaliar o progresso dos aliados desde a cúpula de La Haya. Whitaker ressaltou que os Estados Unidos esperam que todos os aliados cumpram suas obrigações de defesa e as metas de gastos estabelecidas.
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