- O roubo no Louvre, em outubro, envolveu joias avaliadas em €88 milhões e manteve a expectativa sobre recuperação das peças.
- Na última sexta-feira, dois novos suspeitos foram indiciados, elevando o total a quatro: uma mulher de 38 anos e um homem de 37, ambos em prisão preventiva, acusados de roubo organizado e conspiração; outros três indivíduos foram liberados sem acusação.
- Os dois novos indiciados foram detidos na quarta-feira, junto com os dois já identificados anteriormente; a mulher reside em La Courneuve e o homem possui antecedentes criminais; ambos negam envolvimento e o roubo foi executado em sete minutos.
- Entre os itens roubados estão uma coroa da Imperatriz Eugênia e um colar dado por Napoleão I a Maria Luísa; a coroa ficou para trás durante a fuga.
- As autoridades, lideradas pelo promotor Laure Beccuau, sinalizam pessimismo quanto à recuperação das joias, mas o ministro do Interior, Laurent Nuñez, diz haver esperança; o caso segue em investigação.
O caso do roubo no Louvre, que ocorreu em outubro e envolveu joias avaliadas em €88 milhões, ganhou novos desdobramentos. Na última sexta-feira, dois novos suspeitos foram indiciados, aumentando o total para quatro pessoas. A nova acusação envolve uma mulher de 38 anos e um homem de 37, ambos em prisão preventiva, enfrentando acusações de roubo organizado e conspiração.
Os dois indivíduos foram detidos na quarta-feira, junto com outros três, que foram liberados sem acusação. A mulher, que reside em La Courneuve, demonstrou preocupação com seus filhos durante a audiência, enquanto o homem tem um histórico de crimes relacionados a furtos. Ambos negam envolvimento no roubo, que foi executado em apenas sete minutos.
Detalhes do Roubo
O assalto ao Louvre, um dos museus mais visitados do mundo, ocorreu em plena luz do dia, quando os ladrões utilizaram ferramentas elétricas para acessar as joias. Entre os itens roubados, destacam-se uma coroa que pertenceu à Imperatriz Eugênia, e um colar que foi dado por Napoleão I à sua segunda esposa, Maria Luísa. A coroa foi deixada para trás pelos ladrões durante a fuga.
As autoridades francesas, lideradas pelo promotor Laure Beccuau, expressaram pessimismo quanto à recuperação das joias, mas continuam investigando o caso. Os dois primeiros suspeitos detidos, que têm antecedentes criminais, foram identificados por vestígios de DNA encontrados em um dos veículos usados na fuga.
O ministro do Interior, Laurent Nuñez, afirmou que ainda há esperança de localizar os itens roubados. O caso, considerado um dos mais audaciosos da história recente, segue sob intensa investigação policial.
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