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Chefe do EMGFC defende dignificação da condição militar como imperativo ético

O EMGFC celebra o 51º aniversário em Vila Viçosa, destacando Nuno Álvares Pereira; 14 mil militares em ações de emergência e 900 em 32 missões no exterior, com meta de 2% do PIB em defesa

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  • O Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFC), General José Nunes da Fonseca, presidiu as comemorações do 51º aniversário do EMGFC em Vila Viçosa, onde também foi homenageado o Condestável Nuno Álvares Pereira; o Presidente da República participou do evento.
  • Durante o discurso, o general destacou a dignificação da condição militar como imperativo estratégico e ético, afirmando que a vida de D. Nuno Álvares Pereira reúne dever e crença na paz.
  • Em missões internacionais, mais de 900 militares participam de 32 missões em quatro continentes, sob as bandeiras da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), da União Europeia (UE) e das Nações Unidas (ONU).
  • No território nacional, 14 mil militares atuam em ações de emergência, especialmente no combate a incêndios, reforçando o papel das Forças Armadas na estabilidade interna.
  • O general reiterou a meta de investir 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em defesa, destacando modernização e valorização de recursos humanos como prioridades; encerrou com a frase “Servir é uma honra”.

O Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFC), General José Nunes da Fonseca, presidiu as comemorações do 51º aniversário do EMGFC em Vila Viçosa, onde também foi homenageado o Condestável Nuno Álvares Pereira. O evento contou com a presença do Presidente da República, que destacou a importância histórica da vila como símbolo de coragem e serviço à pátria.

Durante seu discurso, o general enfatizou a dignificação da condição militar como um imperativo estratégico e ético. Ele ressaltou que o exemplo de Nuno Álvares Pereira deve inspirar os militares, afirmando que a vida do condestável é marcada pela fusão de dever e crença na paz. “D. Nuno fez da bravura um gesto de fé”, declarou.

Atuação das Forças Armadas

O general também abordou a atuação das Forças Armadas em missões internacionais, com mais de 900 militares participando de 32 missões em quatro continentes, sob as bandeiras da NATO, da União Europeia e das Nações Unidas. “Esses esforços demonstram o papel de Portugal na segurança internacional”, afirmou.

Além disso, Nunes da Fonseca destacou o empenho de 14 mil militares em ações de emergência no território nacional, especialmente no combate a incêndios. Ele afirmou que esses esforços reafirmam a importância das Forças Armadas como pilar da estabilidade interna.

Compromissos futuros

O compromisso de Portugal com a defesa foi um ponto central na fala do general. Ele reafirmou a meta de investir 2% do PIB em defesa nacional, considerando isso essencial para a capacitação das Forças Armadas. A modernização e a valorização dos recursos humanos foram citadas como prioridades, com o general elogiando as melhorias implementadas pelo Governo.

“Servir é uma honra”, concluiu o General José Nunes da Fonseca, enfatizando a visão de Forças Armadas que são prontas, flexíveis e tecnologicamente inovadoras.

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