- Um grupo de coletivos ambientais furou o bloqueio e ocupou parte do Hangar Centro de Convenções da Amazônia, em Belém (PA), na noite de terça-feira, 11 de novembro, durante a COP30, gerando confronto com a equipe de segurança.
- Os ativistas buscavam pautas como exploração de petróleo no Amazonas, Marco Temporal e devastação ambiental; vídeos que circulam nas redes sociais mostram a ocupação e o conflito.
- Após a ação, os manifestantes foram retirados do local; alguns seguranças ficaram feridos e receberam atendimento médico.
- A COP30 é estruturada em Zona Verde e Zona Azul; acesso à Zona Azul é restrito a delegações oficiais, chefes de Estado, observadores e imprensa credenciada, sendo administrada pela Organização das Nações Unidas, que proíbe protestos sem aviso prévio.
- A segurança na área fica a cargo do governo federal, com Garantia da Lei e da Ordem e apoio das Forças Armadas; a mobilização contou com grupos como Baixo Tapajós, Movimento Juntos e Juventude Ecossocialista, gerando debates sobre segurança e liberdade de expressão em grandes conferências.
Um grupo de manifestantes, composto por coletivos ambientais, furou o bloqueio e ocupou parte do Hangar Centro de Convenções da Amazônia, em Belém (PA), na noite de terça-feira, 11 de novembro, durante a COP30. O evento, que reúne chefes de Estado e delegações internacionais, foi marcado por um confronto entre os manifestantes e a equipe de segurança.
Os ativistas buscavam destacar questões como exploração de petróleo no Amazonas, o Marco Temporal e a devastação ambiental. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento da ocupação e o confronto que se seguiu. Após a ação, os manifestantes foram retirados do local, e alguns seguranças ficaram feridos, necessitando de atendimento médico.
A COP30 está estruturada em duas áreas: Zona Verde e Zona Azul. O acesso à Zona Azul é restrito a delegações oficiais, chefes de Estado, observadores e imprensa credenciada, sendo administrada pela ONU, que proíbe atos ou protestos sem aviso prévio. A segurança na área é responsabilidade do governo federal, que decretou uma Garantia da Lei e da Ordem, com apoio das Forças Armadas para o policiamento durante a conferência.
Mobilização e Repercussão
Entre os grupos envolvidos na mobilização estavam integrantes do Baixo Tapajós, do Movimento Juntos e da Juventude Ecossocialista. A ação visava chamar atenção para temas críticos que afetam a região amazônica e a sociedade como um todo. A repercussão do ato gerou discussões sobre a segurança do evento e a liberdade de expressão em contextos de grandes conferências internacionais.
A COP30 continua a ser um espaço de diálogo sobre questões ambientais, mas também reflete as tensões entre autoridades e movimentos sociais que buscam visibilidade para suas pautas.
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