- Mais de seis mil jatos da família A320 podem ser impactados pela correção de software, com atualizações obrigatórias antes dos próximos voos regulares.
- A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) emitiu diretriz de aeronavegabilidade de emergência, exigindo as atualizações de software e, em alguns casos, mudanças de hardware.
- Companhias aéreas ao redor do mundo cancelaram voos e ajustaram programações; a Wizz Air informou conclusão das atualizações e retomou operações, com outros operadores adotando medidas semelhantes.
- O contexto inclui incidente recente da JetBlue, em que falha de computadora ELAC levou a desvio de aeronave e investigação aponta possível contribuição desse mau funcionamento.
- Nos EUA, a Administração Federal de Aviação (FAA) informou diretriz semelhante; companhias como American Airlines e Indigo reportam aeronaves afetadas e avanços na atualização, com voos ainda impactados.
O problema envolve falha de software na Airbus que levou a um recall global de aeronaves da família A320. A atualização é obrigatória antes de voos regulares, impactando mais de 6.000 jatos no total, com mais da metade já em operação.
Companhias aéreas aceleraram a aplicação das correções, suspendendo voos temporariamente e readequando programações. A decisão partiu de reguladores da UE e segue após um incidente recente da JetBlue que evidenciou risco de corrupção de dados do sistema de voo em condições de radiação solar intensa.
Os impactos atingem frota de diversas aéreas ao redor do mundo. Empresas com grande dependência da Airbus, como Indigo, Avianca e ANA, anunciaram verificações e cancelamentos ou ajustes de voos. Nos EUA, a diretriz de aeronavegabilidade de emergência envolve cerca de 545 aeronaves.
Ações rápidas de atualização
A Wizz Air informou ter aplicado as atualizações na totalidade de sua frota afetada durante a noite, mantendo operações estáveis. Já a Jetstar e a Air New Zealand, entre outras, chegaram a aterrissar A320s para concluir o software. O regulador britânico indicou que algumas companhias podem manter aeronaves no solo nos próximos dias.
Para o público, a recomendação é acompanhar a comunicação das cias. com voos nesse intervalo. A Airbus reconhece que as atualizações causarão interrupções operacionais, mas afirma que são medidas preventivas para manter a segurança.
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