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Hong Kong confirma 146 mortos em incêndio de complexo residencial

Número de vítimas do incêndio em Wang Fuk Court, Hong Kong, chega a 146; buscas seguem nas torres restando incerteza sobre o paradeiro de centenas de pessoas.

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
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  • Incêndio atingiu Wang Fuk Court, em Hong Kong, iniciado na planta baixa de um dos blocos e se espalhou rapidamente para sete de oito torres; obras de renovação começaram em setembro de 2024.
  • Ao todo, são cento e quarenta e seis mortos confirmados, Depreendidos pela polícia, com cento e noventa e três ainda não localizados; há 19 feridos em estado crítico, 4 graves e 23 estáveis.
  • As torres têm 31 andares e abrigam aproximadamente 1.984 miniapartamentos; o conjunto acomodaria cerca de 4.600 moradores.
  • Investiga-se a origem do fogo; autoridades afirmam que as fachadas com andaimes de bambu, mallas protetoras e possíveis isopor inflamável podem ter contribuído para a rápida propagação; alarmes não funcionaram corretamente.
  • Há onze pessoas presas: três da empresa responsável pela obra e oito da consultoria envolvida; petições por responsabilidades foram censuradas/remoídas, com detenções sob investigação.

O incêndio em Wang Fuk Court, complexo residencial de Hong Kong, continua causando morte e atraso nas buscas. A Polícia elevou para 146 o número de mortos, com 19 feridos graves e 23 estáveis. As autoridades informaram que o balanço pode crescer, já que cerca de 1% da população do empreendimento ainda consta como desaparecida.

O fogo começou na tarde de quarta-feira, na planta baixa de um dos blocos, e se espalhou rapidamente para sete das oito torres. Os edifícios têm 31 andares e abrigam 1.984 microapartamentos; estima-se que moravam quase 4.600 pessoas no conjunto. A resposta inicial apontou falhas no sistema de alarmes contra incêndio.

Sobre as causas, as primeiras investigações indicam possível uso de estruturas externas inflamáveis, como bambu, mesh e espuma de poliestireno nas janelas. A operação de busca é dificultada pela área completamente calcinada e pela escuridão interna; os trabalhos podem durar três a quatro semanas.

Conforme os investigadores avançam, 11 pessoas foram presas: três da empresa responsável pela obra e oito da consultoria envolvida. A investigação sobre o início do fogo permanece em curso. Um porta-voz policial destacou que o registro de áreas afetadas exige cautela e mais tempo para conclusões.

Especialistas e moradores já questionaram a segurança da estrutura desde o começo das obras, em setembro de 2024. Pequenas homenagens acontecem ao redor do complexo, com flores e mensagens deixadas por vizinhos. A censura ganhou notoriedade após a veiculação de materiais que pediam investigações independentes.

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