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Honduras retoma apuração lenta de eleições polêmicas

Apuração das eleições hondurenhas é retomada com auditoria externa; atraso é de origem técnica da empresa colombiana, agravando a disputa entre Asfura e Nasralla

Honduras retoma apuração lenta de eleições polêmicas
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  • Honduras retomou a apuração das eleições de trinta de novembro, com disputa entre dois candidatos de direita; Nasry Asfura lidera, seguido por Salvador Nasralla, enquanto Rixi Moncada fica em terceiro.
  • A contagem avançava lentamente, após uma paralisação, com atualização dos dados feita pela presidenta do Conselho Nacional Eleitoral, Ana Paola Hall, após auditoria externa; o atraso é atribuído a problemas técnicos da empresa colombiana contratada.
  • Nasralla acusou corrupção de integrantes do processo; o Libre pediu a nulidade total das eleições e organizou mobilizações, protestos e paralisações, além de orientar funcionários do governo a não cooperarem com a transição.
  • O Libre informou que realizará a Assembleia Extraordinária da Dignidade Nacional em treze de dezembro.
  • O Conselho Nacional Eleitoral tem até trinta de dezembro para declarar o vencedor, conforme a lei; Xiomara Castro não se manifestou sobre os anúncios do seu partido.

Honduras retomou nesta segunda-feira 8 de dezembro a apuração das eleições de 30 de novembro, interrompida por problemas técnicos. A contagem, ainda lenta, se concentra em aproximadamente 90% das atas.

O candidato da direita, Nasry Asfura, de 67 anos, recebe apoio do governo dos EUA por meio da legenda, e mantém vantagem sobre o apresentador Salvador Nasralla, de 72, do Partido Liberal. Em terceiro lugar fica Rixi Moncada, do Libre.

A operação voltou a ocorrer após uma auditoria externa, segundo o CNE. Atrasos são atribuídos a falhas da empresa colombiana contratada para a apuração. Nasralla acusa resistência de setores corruptos para atrasar a contagem.

Repercussões e próximos passos

O Libre intensifica críticas e solicita a nulidade total do pleito, com mobilizações e protestos convocados. O partido também pediu aos servidores públicos que não contribuam com a transição de governo.

O desfecho depende do Tribunal Eleitoral, com prazo legal até 30 de dezembro para declarar o vencedor. Xiomara Castro, presidente, ainda não se pronunciou sobre anúncios do partido governista.

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