- Um ciclone, seguido de inundações e deslizamentos, deixou mais de 600 mortos e cerca de 200 desaparecidos há pouco mais de uma semana.
- Regiões Badulla, Kandy, Kegalle, Kurunegala e Matale permanecem sob avisos âmbar e vermelho por risco de deslizamentos.
- Sithuni Mallawaarachchi, estudante e fundadora da International Sri Lankan Society da University of Reading, disse estar em contato com a família no Sri Lanka, apesar de não estar no país.
- Mallawaarachchi mudou-se de Kandy para estudar no Reino Unido em 2024.
- O vídeo mostra a magnitude das inundações e os danos observados.
O país enfrenta a sequência de um ciclone seguido por inundações e deslizamentos que já provocaram mais de 600 mortes e quase 200 desaparecidos. Regiões como Badulla, Kandy, Kegalle, Kurunegala e Matale seguem sob avisos de risco.
As informações são do Disaster Management Centre (DMC) e indicam avisos âmbar e vermelho nessas áreas, refletindo o perigo contínuo de deslizamentos. As autoridades monitoram a situação e as famílias impactadas.
Sithuni Mallawaarachchi, estudante fundadora da International Sri Lankan Society da University of Reading, afirmou estar em contato com a família na Sri Lanka, apesar de não estar no país. Ela deixou a ilha em 2024 para estudar no Reino Unido.
O vídeo associado às informações mostra a extensão das inundações e a gravidade dos estragos, que afetam diversas comunidades. A estudante descreveu a situação como extremamente difícil para a população local.
Mallawaarachchi permanece conectada via telefone com parentes que ainda residem na Sri Lanka. Ela destacou que a devastação ocorreu rapidamente, com perdas significativas em poucos segundos.
Ações de resgate e assistência humanitária seguem em curso, com autoridades e organizações trabalhando para atender a população afetada e avaliar danos em várias regiões do país.
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