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Colômbia não descarta asilo a Maduro caso ele saia do poder, diz chanceler

Colômbia pode oferecer asilo a Maduro se houver acordo com Washington, em meio a tensões regionais ante a mobilização dos EUA no Caribe

Colômbia não descarta asilo a Maduro se ele deixar o poder, diz chanceler
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  • A Colômbia não reconhece as eleições venezuelanas de 2024 e mantém relações diplomáticas com Caracas.
  • A chanceler Rosa Villavicencio disse que a Colômbia pode conceder asilo a Nicolás Maduro se houver acordo com Washington, e que o líder venezuelano poderia buscar um refúgio mais distante.
  • O presidente Gustavo Petro defende uma transição democrática na Venezuela e anunciou, na prática, uma chamada a uma anistia geral para um governo de transição.
  • A fala ocorre no contexto da mobilização militar dos Estados Unidos no Caribe para combater o narcotráfico, que Maduro acusa de tentar derrubá-lo.
  • O momento coincide com a entrega do Nobel da Paz a María Corina Machado, líder oposicionista venezuelana, em Oslo.

A Colômbia não descarta conceder asilo a Nicolás Maduro se houver um acordo com Washington. A afirmação foi feita pela chanceler Rosa Villavicencio em entrevista à rádio Caracol, nesta quinta-feira 11.

Ela mencionou que a Colômbia poderia oferecer proteção caso haja entendimento entre Caracas e Estados Unidos, sem descartar a possibilidade de Maduro viver em outro país, se assim for acordado.

Gustavo Petro, presidente colombiano, já sinalizava uma transição democrática na Venezuela. A posição de Villavicencio ocorre em meio a tensões regionais ligadas à mobilização militar dos EUA no Caribe para conter tráfico.

Contexto político e diplomático

A Colômbia não reconhece as eleições venezuelanas de 2024, nas quais Maduro foi reeleito pela terceira vez, mas mantém relações diplomáticas com Caracas. Petro defende uma saída de transição para evitar escalada regional.

A possibilidade de asilo surge em um momento de debates sobre o papel de Washington na Venezuela e coincide com a entrega do Nobel da Paz a María Corina Machado, notícia divulgada em Oslo. Maduro acusa a medida de ter finalidade política (sem citar fontes). A chanceler ressaltou que a decisão final depende de negociações entre Estados Unidos e governo Maduro.

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