- O Walled Off Hotel, de Banksy, reabriu em Betlemme após ter fechado devido aos ataques de Hamas em 7 de outubro de 2023 e à guerra israel–hamas.
- O hotel fica em frente à barreira da Cisjordânia e mantém as mais de vinte obras originais de Banksy expostas, incluindo a galeria associada.
- Wisam Salsaa, gerente, afirmou que a reabertura traz esperança e que o local continua como plataforma cultural para ampliar vozes de paz.
- A faixa de preços varia entre US$ 70, para acomodação em dormitório compartilhado, e US$ 495, para a suíte presidencial, com espaço para obras de Banksy no interior.
- O estabelecimento é apresentado como espaço independente, sem ligação a movimentos políticos; autoridades britânicas recomendam cautela em viagens à região e mantêm orientações de segurança.
O Walled Off Hotel, em Bethlehem, reabriu as portas após fechar em decorrência dos ataques terroristas de 7 de outubro de 2023 e da guerra Israelo-Hamás. O estabelecimento, aberto em 2017, fica em frente à barreira da Cisjordânia e mantém a sua galeria com obras originais de Banksy.
Segundo Wisam Salsaa, gerente, a reabertura causa esperança e reforça o papel cultural do espaço. O hotel segue como plataforma para ampliar vozes de paz, mantendo as obras de Banksy à mostra e funcionando como espaço independente.
Detalhes da reabertura
As diárias vão de 70 dólares em camas compartilhas a 495 dólares na suíte presidencial, com spa, cinema em casa e fonte de água de tanque de munição. O conjunto de mais de 20 obras originais permanece exposto, ligando turismo a uma visão crítica sobre a região.
Contexto e função cultural
O hotel tem sido descrito como espaço que busca perturbar o senso comum, oferecendo uma visão da vida sob a muralha. A gestão ressalta que o local continua vinculado a uma pauta cultural, não a movimentos políticos, e funciona como plataforma para artistas palestinos.
Observações regionais
A região permanece sob cautela de viajantes: o governo britânico desaconselha viagens não essenciais à Faixa de Gaza e à Cisjordânia, com exceção de Jérico, Ramallah e Betlemme. O turismo no local é visto como ferramenta de conscientização internacional sobre o conflito.
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