- No dia dois de dezembro, uma aeronave da Samaritan’s Purse, que transportava medicamentos para Maiwut, foi sequestrada por um homem armado embarcado clandestinamente.
- O piloto evangelizou o sequestrador durante o crime; o homem se rendeu e não houve feridos graves. O suspeito, Yasir Mohammed Yusuf, foi preso pelo Serviço Nacional de Segurança do Sudão do Sul.
- A aeronave era um Cessna Grand Caravan operado pela organização na África e levava remédios para uma unidade médica móvel sediada na Carolina do Norte (Estados Unidos).
- O incidente ocorreu após a organização já ter vivenciado riscos no Sudão do Sul, incluindo o sequestro de oito funcionários em Mayendit, em dois mil e dezessete, e um acidente de avião em novembro que matou três pessoas.
- A Samaritan’s Purse informou ter grato pela rápida atuação das forças de segurança e por não haver feridos graves, destacando que atua em regiões perigosas do mundo.
No dia 2 de dezembro, uma aeronave da Samaritan’s Purse foi alvo de sequestro a bordo durante operação humanitária no Sudão do Sul. O piloto evangelizou o sequestrador, que acabou se rendendo sem feridos graves. Yasir Mohammed Yusuf foi preso pela polícia local. A missão seguia para Maiwut com suprimentos.
A aeronave, um Cessna Grand Caravan, transportava medicamentos para uma unidade médica móvel sediada na Carolina do Norte, EUA. Além do piloto, havia mais um funcionário da instituição a bordo. O voo partiu de Juba com destino a Maiwut quando houve o sequestro.
O piloto conseguiu realizar um pouso seguro em Wau. O Serviço Nacional de Segurança do Sudão do Sul prendeu o suspeito, identificado como Yasir Mohammed Yusuf. A organização informou que não houve ferimentos graves e que coopera com as autoridades.
Contexto de risco na região
A Samaritan’s Purse atua há anos no Sudão do Sul, enfrentando episódios de risco. Em 2017, oito funcionários foram sequestrados em Mayendit e libertados ilesos. Em novembro, um acidente com avião contratado pela organização resultou na morte de três pessoas.
Desdobramentos operacionais
A organização afirmou que continuará levando ajuda humanitária à população afetada. A operação de resgate e o manejo de incidentes são conduzidos com a colaboração das forças de segurança locais. A instituição não informou pagamentos de resgate.
Entre na conversa da comunidade