- O presidente da Argentina, Javier Milei, recebeu José Antonio Kast em Buenos Aires nesta terça-feira, 16, na primeira visita ao exterior do mandatário chileno‑eleito.
- Em encontro na Casa Rosada, os dois definiram prioridades em segurança, combate ao crime organizado transnacional e fomento do comércio e dos investimentos.
- Kast, de 59 anos, deve suceder o presidente de esquerda Gabriel Boric e terá agenda com empresarios de setores industrial, comercial, de energia, infraestrutura, agricultura e bancário, além de reunião com o embaixador chileno em Buenos Aires, José Antonio Viera Gallo.
- Ao deixar o palácio, Kast cumprimentou cidadãos chilenos na entrada.
- Milei elogiou a vitória de Kast nas redes sociais, dizendo acreditar que vão trabalhar para que a América abrace as ideias da liberdade e se livre do que chamou de socialismo do século XXI.
O presidente da Argentina, Javier Milei, recebeu nesta terça-feira 16, em Buenos Aires, a visita de José Antonio Kast, chefe de Estado eleito do Chile. O encontro ocorreu na Casa Rosada, pouco após o meio‑dia, para tratar de segurança, combate ao crime organizado transnacional, comércio e investimentos.
Kast saiu do palácio presidencial e dirigiu‑se ao portão para cumprimentar cidadãos chilenos presentes no local. O ultraconservador tem 59 anos e deverá suceder o presidente de esquerda Gabriel Boric, marcando uma guinada política na região.
Em Buenos Aires, Kast manterá encontros com empresários dos setores industrial, comercial, de energia, infraestrutura, agricultura e bancário, segundo a agenda oficial. Também haverá reunião com o embaixador do Chile na Argentina, José Antonio Viera Gallo. Milei prevê retornar a Santiago ao final do dia.
Detalhes da agenda diplomática
Milei foi um dos primeiros a felicitar Kast pela vitória eleitoral, destacando a defesa da vida, da liberdade e da propriedade privada, além da cooperação regional para ideias de liberdade, conforme mensagem publicada pelas redes sociais.
O encontro entre Milei e Kast ocorre em meio a sinais de alinhamento entre governos de direita na América do Sul, com foco em segurança, comércio regional e cooperação estratégica entre Buenos Aires e Santiago. As informações são oficiais e não contêm avaliação.
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