- Segunda rodada de exercícios chineses perto de Taiwan envolveu 130 aviões e 50 navios, com 27 mísseis lançados.
- Taiwan afirma que o bloqueio da ilha não ocorreu, segundo o vice-comandante do Estado-Maior de Inteligência do Ministério da Defesa.
- O presidente taiwanês, Lai Ching-te, disse que as manobras minam a estabilidade regional e condenou a ação como provocação; prometeu não agravar as tensões.
- União Europeia, Alemanha e França manifestaram preocupação com a estabilidade no estreito de Taiwan, pedindo moderação de Pequim.
- Os exercícios impactaram tráfego aéreo e marítimo, com mais de 850 voos interrompidos; as operações ocorreram em águas ao norte e ao sul de Taiwan.
Nesta terça-feira, 30, a China realizou a segunda rodada de exercícios militares em torno de Taiwan, com 130 aviões e 50 navios próximos à ilha. Foram lançados 27 mísseis, segundo dados do Ministério da Defesa de Taiwan. A ilha afirma que o bloqueio não ocorreu.
As autoridades taiwanesas destacam que a operação visou simular um bloqueio marítimo, mas não houve bloqueio efetivo, segundo o vice-comandante do Estado-Miro de Inteligência do Ministério da Defesa, Hsieh Jih-sheng. Taiwan segue sob alerta e reforça defesa.
O presidente taiwanês Lai Ching-te afirmou por meio das redes sociais que as manobras chinesas minam a estabilidade regional e são uma provocação, mas que a ilha não aumenta as tensões. Países europeus manifestaram preocupação com a estabilidade.
Reação internacional e impactos
A União Europeia, a Alemanha e a França expressaram apreensão e defenderam moderação de Pequim, destacando a importância da paz no estreito. Observadores ressaltam que os exercícios afetam rotas aéreas e marítimas e elevam a tensão na região.
O Exército de Libertação Popular afirmou que as manobras testaram coordenação mar-terra e capacidade de bloqueio em infraestruturas-chave, como portos, em águas ao norte e ao sul de Taiwan. Taiwan registrou impactos, com mais de 850 voos afetados pelos exercícios.
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