- Gleisi Hoffmann criticou a “euforia” de bolsonaristas com a ação dos Estados Unidos na Venezuela, dizendo que isso sinaliza desejo de intervenção estrangeira contra a democracia brasileira.
- A ministra citou Ratinho Júnior e afirmou que o apoio às sanções e ao governo Trump seria um fracasso do projeto defendido pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro.
- Ratinho Júnior comemorou a prisão de Maduro, com mensagens públicas exaltando a liberdade, a democracia e a Venezuela.
- Gouvernadores de direita, como Tarcísio de Freitas e Romeu Zema, também enalteceram a intervenção norte-americana contra Maduro.
- Tarcísio considerou a prisão um passo rumo à liberdade na Venezuela; Zema criticou o chavismo pelo isolamento, pela destruição econômica e pela saída em massa de pessoas, manifestando abertura do país.
A ministra Gleisi Hoffmann criticou neste sábado a euforia de bolsonaristas com a ação dos Estados Unidos na Venezuela, dizendo que o entusiasmo pode sinalizar desejo de intervenção estrangeira no Brasil, contra a democracia. Ela apontou que a mobilização envolve discursos de defesa da democracia na região.
Citada por Hoffmann, Ratinho Júnior celebrou a captura de Maduro e afirmou que a medida representa avanço para a liberdade na Venezuela. O governador do Paraná é apontado como figura de referência da direita para 2026.
Também houve registro de elogios de outros governadores de direita à operação norte-americana. Tarcísio de Freitas, de São Paulo, considerou a prisão de Maduro um passo rumo à liberdade venezuelana. Romeu Zema, de Minas Gerais, destacou o isolamento da Venezuela e desejou reabertura econômica.
Reações de governadores de direita
A nota pública ressalta que os apoiadores veem a ação como um marco político com impactos regionais. Ratinho Jr. relaciona a Venezuela a futuros embates internos no Brasil, citando a gestão pública e desafios econômicos. O tom é de apoio à mudança de cenário na região.
Tarcísio de Freitas reforça a ideia de que a prisão do líder venezuelano pode abrir caminho para mudanças políticas na América do Sul. Zema enfatiza os efeitos de regimes autoritários na economia e na vida dos cidadãos, defendendo maior abertura institucional.
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