- Maduro passou a primeira noite em prisão de Nova York após a operação dos EUA para capturá-lo e alegado controle da Venezuela.
- Reações internacionais incluem condenação de Rússia, Irã e China, além de aliados dos Estados Unidos e da União Europeia, com pedidos de respeito ao direito internacional.
- Brasil pediu resposta vigorosa na ONU; Chile, França, Alemanha e Espanha também criticaram a intervenção ou condicionaram reconhecimento.
- Colômbia mobilizou tropas na fronteira e solicitou reunião imediata do Conselho de Segurança da ONU.
- México e Argentina criticaram a ação unilateral, destacando violação ao direito internacional e ressaltando a necessidade de transição democrática.
Nesta sexta-feira, a comunidade internacional acompanha a operação dos EUA para capturar Nicolás Maduro na Venezuela. Maduro está preso em Nova York, após a incursão militar que, segundo a Casa Branca, garantiu o controle do país rico em petróleo. A ação ocorreu na madrugada de sábado.
A operação provocou condenação de aliados e descontentamento de adversários de Washington. Países criticam o uso da força e o desrespeito ao direito internacional, enquanto alguns setores defendem que a solução deve ocorrer por vias políticas.
A prisão de Maduro marca um desfecho provisório para a atualização de uma crise que já envolve várias potências. Líderes regionais e internacionais discutem impactos sobre estabilidade regional, comércio e alianças estratégicas.
Reações internacionais
Diversos governos condenaram a ação. Brasil pediu resposta internacional por meio da ONU, enquanto México e Chile ressaltaram a necessidade de respeito ao direito internacional. França, Alemanha e Reino Unido defenderam moderação e pacificação.
A China classificou o ataque como ameaça à paz regional, e a Rússia pediu a libertação de Maduro. Irã e Cuba reforçaram críticas ao uso da força. Países da UE destacaram a importância de buscar uma transição política estável e legítima.
Colômbia e Chile enfatizaram a necessidade de consulta a organismos internacionais, com a Colômbia solicitando reunião emergencial no Conselho de Segurança. Outros governos, como México, Espanha e Argentina, reiteraram cautela sobre ações militares.
Na ONU, o secretário-geral expressou preocupação com o respeito ao direito internacional. A Coreia do Norte condenou o que chamou de violação de soberania. Parlamentares dos EUA divergem sobre a legalidade da operação.
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