- Em Paris, aliados da Ucrânia se reúnem para tentar tornar concretas as garantias de segurança em caso de cessar-fogo com a Rússia.
- O encontro reúne o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, mais de vinte e sete líderes, e negociadores dos Estados Unidos.
- O objetivo é fechar compromissos operacionais para uma força multinecional em apoio à Ucrânia, em coordenação com Kiev e com respaldo norte-americano.
- Também buscam definir garantias de segurança mais amplas, incluindo compromissos vinculantes caso ocorra novo ataque e alinhamento com as posições da Ucrânia, dos EUA e da Europa.
- Os organizadores pretendem avançar nas etapas para ampliar apoio à Ucrânia e pressionar a Rússia caso Moscou se recuse a negociar de forma significativa.
O encontro de aliados da Ucrânia ocorre em Paris nesta terça-feira, com o objetivo de transformar em compromissos concretos as garantias de segurança para Kyiv no cenário de eventual cessar-fogo com a Rússia. Participam Zelenskiy e mais de 27 líderes, além de negociadores norte-americanos.
Segundo fontes diplomáticas, as discussões visam consolidar uma posição comum entre Ucrânia, Europa e EUA, que possa ser apresentada à Rússia. Até o momento, as garantias de segurança têm sido em grande parte vagas, sem detalhes operacionais.
A nota encaminhada às 35 delegações convidadas indica foco na formação de uma força multinacional para Ucrânia em caso de cessar-fogo, além de garantias vinculantes em caso de novo ataque. A coordenação será com Kyiv, EUA e aliados.
Contribuições e próximos passos
Fontes dizem que as discussões também buscam alinhar o papel de um conjunto maior de garantias de segurança, com planejamento coordenado entre os signatários e as posições de Ucrânia, EUA e Europa.
Funcionário da presidência francesa afirmou que já houve acordo sobre detalhes operacionais das garantias. A ideia é ver como estruturar o mecanismo e manter compromisso de longo prazo.
Um alto funcionário europeu ressaltou que a finalidade é firmar garantias para fortalecer compromissos dos EUA, já delineados em conversas bilaterais com Kyiv.
Entre na conversa da comunidade