- A Suprema Corte da Guiné validou a vitória de Mamady Doumbouya, garantindo um mandato de sete anos como presidente.
- A Corte informou que Abdoulaye Yero Balde abriu mão do recurso contra o resultado provisório.
- Doumbouya teria obtido 86.72% dos votos na eleição de 28 de dezembro, disputada por oito candidatos.
- Balde alegou falta de transparência na contagem e expulsão de representantes de seu partido de urnas.
- Doumbouya pediu união nacional e o fortalecimento de laços com a diáspora; a embaixada dos EUA parabenizou o líder.
A Suprema Corte da Guiné confirmou, nesta segunda-feira, os resultados provisórios de 28 de dezembro que elegem Mamady Doumbouya com folga de voto. A decisão valida o resultado que lhe dá direito a um mandato de sete anos como presidente.
Doumbouya, líder de fato do golpe de 2021, foi apontado com 86,72% dos votos em uma eleição disputada por oito candidatos. A confirmação ocorreu após o contestado de Balde, segundo colocado, que pediu a anulação da contagem.
Abdoulaye Yero Balde, da Frente Democrática da Guiné, alegou falta de transparência e informou ter representados expulsos de algumas seções de votação. A denúncia não alterou o resultado provisional já validado.
Conakri sediou o pleito, em que o antigo comandante das forças especiais substituiu o governo derrocado por Alpha Condé. Condé chamou o pleito de farsa na véspera do Ano Novo.
O embaixador dos Estados Unidos na Guiné parabenizou Doumbouya e disse que Washington espera fortalecer laços e promover estabilidade econômica no país. A Guiné é rica em bauxita e minério de ferro.
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