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Negócios sírios enfrentam dificuldades no pós-Assad, entre turismo e vinho

Após a mudança de regime, leis sobre álcool permanecem indefinidas; a Jarjour Winery não vende e teme quase dois anos de perdas sem norma publicada

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
The Jarjour winery was making up to 50,000 bottles a year with business growing prior to the fall of the Assad regime, but has been unable to sell any alcohol in the year since.
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  • A vinícola Jarjour produzia até 50 mil garrafas por ano antes da queda de Assad, mas não pode vender desde então.
  • O regime pós-Assad, com governo islamista, não definiu leis claras sobre a venda de álcool, deixando empresas em dificuldade.
  • Bares têm sido revogados, reabertos sob pressão e, sem regulamentação, muitos enfrentam risco de perdas significativas.
  • O turismo recua, com menos viajantes circulando, e empresários esperam por clareza jurídica para retomar atividades.
  • Syrians estão renegociando símbolos culturais e normas, enquanto o setor de bebidas procura segurança jurídica para voltar a operar.

O vinho da Syria enfrenta incerteza regulatória após a queda de Assad. Produção de álcool era legal antes do regime, mas hoje não há clareza sobre a venda. Vinícolas como Jarjour mantêm produção, mas não conseguem comercializar no país.

O foco do relato é Tartous, no litoral, onde a Jarjour winery chegou a produzir até 50 mil garrafas por ano. Desde dezembro de 2024, a fábrica não vende álcool; a empresa teme perdas próximas de dois anos se não houver lei publicada.

A situação envolve proprietários de bares, turistas e representantes da indústria, que aguardam a definição legal. Enquanto isso, operações são afetadas por redadas e licenças não renováveis, com efeitos diretos sobre turismo e cadeia produtiva.

Mudanças legais e impactos

Jarjour também observa atraso na regulamentação, o que impede ampliar o mercado interno e planejar exportação. A família reclama de pressões administrativas anteriores, que se agravaram com a mudança de governo.

Barracas e estabelecimentos de Damascus sofreram interrupções, com reinícios graduais após entrevistas com autoridades. A indisponibilidade de normas claras complica planejamento de investimentos e turismo na região.

Contexto econômico e cultural

Antes, álcool era parte de um fluxo turístico ligado a vinícolas históricas. Hoje, proprietários relatam queda de visitantes e retração de consumidores. As alterações políticas alimentam um cenário de reconstrução cultural, com símbolos e normas em disputa.

Jarjour ressalta a necessidade de lei estável para retomar atividades. A winery, situada em área de oliveiras, continua produtora, aguardando regulações para retomar vendas internas e, eventualmente, exportação.

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