- A União Europeia disse que a captura do presidente Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, no último sábado, pode abrir caminho para uma transição democrática na Venezuela.
- A porta-voz da Comissão Europeia afirmou que ainda é cedo para avaliar as implicações legais do episódio.
- Ela ressaltou que Maduro não tinha legitimidade como líder eleito democraticamente.
- A porta-voz não comentou se o presidente dos EUA, Donald Trump, estaria interessado numa transição democrática na Venezuela.
- O comentário da UE ocorreu no contexto de protestos na Venezuela e de mudanças rápidas na região, com registros de ações em Buenos Aires, em 4 de janeiro de 2026.
A Comissão Europeia disse que a captura do presidente Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, ocorrida no sábado, pode abrir espaço para uma transição democrática na Venezuela. A avaliação foi feita por um porta-voz da UE nesta segunda-feira.
Segundo o porta-voz, ainda é cedo para avaliar todas as implicações legais envolvidas na ação. A declaração reforçou que o comentário se concentra na percepção de uma oportunidade para o povo venezuelano conduzir seu futuro.
A notícia circula após a operação que, segundo informações, resultou na captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em Buenos Aires, Argentina, na sexta-feira à noite. A UE não detalhou responsabilidades nem consequências políticas imediatas.
Situação e próximos passos
A representante europeia afirmou que a legitimidade de Maduro é questionável, destacando a ausência de base democrática para seu governo. A agência não informou se a UE avalia sanções ou medidas específicas contra o governo venezuelano.
A posição da UE às ações norte-americanas permanece neutra em termos de caracterização jurídica, mas enfatiza que o episódio pode servir de catalisador para processos democráticos liderados pelo povo venezuelano. Não houve comentários sobre possíveis parcerias ou acordos regionais.
A nota enviada aos veículos ressalta que o caso exige acompanhamento de perto, com avaliações futuras sobre enquadramentos legais, direitos humanos e o estado de direito na Venezuela. A agência segue monitorando o desenvolvimento da questão.
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