- A administração Trump envia mais agentes de imigração a Minnesota, com uma operação de 30 dias.
- O Departamento de Segurança Interna confirmou que está se concentrando em Minneapolis para combater fraudes, prender autores e remover imigrantes ilegais criminosos.
- A ação envolve agentes da Agência de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) e da investigação de Segurança Interna; o número exato não foi confirmado.
- A operação, batizada de Operation Metro Surge, ocorre desde o início de dezembro, em meio a protestos de comunidades e resistência contra deportações.
- Tim Walz criticou a medida, chamando-a de ridícula, enquanto Kristi Noem apareceu em vídeo da DHS elogiando a operação e citando ações contra políticas de abrigo.
A administração Trump intensificou a ofensiva contra Minnesota, com a chegada prevista de mais agentes de imigração ao estado. O objetivo declarado é investigar fraudes, prender alvos e remover imigrantes ilegais condenados, conforme anúncio do Departamento de Segurança Interna (DHS).
O DHS confirmou via X que está reforçando a presença em Minneapolis para ampliar a operação de combate a fraudes. Todd Lyons, chefe interino da ICE, afirma que a ação traz a maior operação de imigração já realizada na cidade, com participação de agentes da ICE e da Homeland Security Investigations (HSI).
Segundo a CBS News, o plano envolve cerca de 2 mil agentes atuando por 30 dias, entre ICE e HSI. Lyons não detalhou o número total, mas ressaltou que o esforço envolve ambas as agências. O DHS confirmou apenas que houve um “surto” de atuação policial.
Operação Metro Surge
Kristi Noem, secretária da Segurança Interna, aparece no estado em material de DHS mostrando etíopes, mas a nota oficial indica o uso da força contra políticas de santuário. A operação já está em andamento desde o início de dezembro, com resistência de comunidades locais.
Relatos locais descrevem táticas como abordagem em portas de empresas suspeitas de contratar trabalhadores sem documentação. A ação também foca em casos de fraude, segundo autoridades, com agentes avaliando denúncias e irregularidades.
Tim Walz, governador de Minnesota, descreveu a ação como inadequada em coletiva à imprensa, chamando-a de campanha de enfrentamento. O governador afirmou que a situação representa pressão institucional diária sobre o estado, sem entrar em detalhes políticos.
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