- O tribunal decidiu que o caso vai a julgamento em março, pois há evidências de que os dirigentes da OpenAI teriam garantido manter a estrutura sem fins lucrativos.
- Musk afirma ter contribuído cerca de 38 milhões de dólares, aproximadamente 60% do financiamento inicial da OpenAI, com orientação estratégica e credibilidade com base nessas garantias.
- A ação acusa os cofundadores Sam Altman e Greg Brockman de planejar a transição para um modelo lucrativo para enriquecer envolvidos, com acordos bilionários com a Microsoft.
- OpenAI, Altman e Brockman negam as acusações; a Microsoft também está envolvida na disputa, mas sustenta não ter ajudado nem induzido as supostas irregularidades.
- A OpenAI pondera que Musk não apresentou as alegações dentro do prazo, e o juiz informou que o júri deverá decidir se a ação foi movida dentro da prescrição.
Elon Musk move a OpenAI para julgamento, após judge dos EUA indicar que há evidências suficientes para sustentar a acusação. O processo envolve a alegação de que a OpenAI mudou de organização sem fins lucrativos para um modelo lucrativo, contrariando a missão original. O caso segue no distrito de Oakland, Califórnia.
O juiz Yvonne González Rogers anunciou que há fatos disputados suficientes para levar a questão a júri, em um julgamento marcado para março. Ela também afirmou que emitirá uma decisão escrita sobre a tentativa de OpenAI de rejeitar a ação.
Musk alega ter contribuído com cerca de 38 milhões de dólares, aproximadamente 60% do financiamento inicial da OpenAI, além de orientação estratégica, com base em garantias de que a instituição permaneceria sem fins lucrativos para benefício público.
A ação acusa os cofundadores da OpenAI, Sam Altman e Greg Brockman, de planejar a mudança para lucro com o objetivo de enriquecer os executivos, culminando em acordos multimilionários com a Microsoft e em uma recente reestruturação.
OpenAI, Altman e Brockman negam as alegações, descrevendo Musk como concorrente frustrado que busca atrasar um líder de mercado orientado por missão. A Microsoft também é ré na ação.
A Microsoft pediu que Rogers rejeitasse as alegações contra ela, alegando ausência de evidências de participação no suposto delito. A empresa não respondeu formalmente até o momento.
Os advogados de OpenAI tentaram que o tribunal rejeitasse a ação por falta de base factual suficiente para fraude ou quebra de contrato. A empresa também contesta a timelyidade das acusações.
A juíza informou que o júri deverá decidir se a ação foi proposta dentro do prazo legal. A tramitação segue em curso, sem conclusão prevista para o momento.
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