- Jonty Bravery, de 24 anos, recebeu uma pena de 16 semanas de prisão por agredir duas enfermeiras no hospital Broadmoor, onde está internado.
- Ele foi considerado culpado de agredir Linda McKinlay e Kate Mastalerz, após chutá-las na coxa e arranhar o rosto de uma delas, em setembro de 2024.
- As enfermeiras tentavam impedir Bravery de subir a beirada para se jogar do alto, no broadmoor, onde é supervisionado por três funcionários.
- Bravery já cumpre pena de prisão perpétua com regime inicial de quinze anos pela queda de um garoto de seis anos do 10º andar do Tate Modern, em 2019, incidente pelo qual foi condenado em tempos anteriores.
- O garoto sobreviveu à queda de 30 metros, mas teve ferimentos graves, incluindo hemorragia no cérebro e várias fraturas.
O britânico Jonty Bravery, 24 anos, foi condenado a 16 semanas de prisão por agredir duas enfermeiras do hospital Broadmoor, onde cumpre pena de prisão perpétua por outro crime. O veredicto ocorreu após Bravery ter atacado Linda McKinlay e Kate Mastalerz em setembro de 2024, no retorno a Broadmoor.
Segundo o tribunal de Westminster, Bravery chutou uma enfermeira na coxa e arranhou o rosto da outra, quando as profissionais tentavam pará-lo de subir a borda de uma galeria para se jogar. Ele já é supervisionado por três funcionários durante todo o tempo.
Bravery já recebeu uma condenação anterior por agressão a funcionários de Broadmoor em 2020, quando foi acusado de agredir uma técnica de enfermagem e outro trabalhador durante a tentativa de auxílio a uma colega. O caso envolve o ataque de 2019 no Tate Modern, de onde um garoto francês lançado do 10º andar sobreviveu com lesões graves.
O menino de seis anos caiu de cerca de 30 metros, sofreu sangramento no cérebro e múltiplas fraturas, e teve a vida mudada pelos ferimentos. A sentença de 16 semanas será cumprida de forma concorrente com a pena mínima de 15 anos já determinada para o caso de 2019.
McKinlay, que atuava no atendimento, disse ao tribunal que enfrentou pela primeira vez uma agressão em Broadmoor ao longo de sua carreira. Bravery, que é autista, recusou participar da audiência por videoconferência. Fontes: The Guardian, tribunal de Westminster.
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